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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Pré-candidatos a vereador e a prefeito de Magé - Eleições 2016

Disputa para assumir o Palácio Anchieta: Renato Cozzolino X Rafael Tubarão

Dia 20 de julho começaram as convenções para as coligações e candidaturas.

Mude os Vereadores!
Faça Magé crescer!
Piabetá precisa de um voto consciente!
Troque seu candidato e veja nossa cidade melhorar!
Se não resolver, em 4 anos, mude de novo!

Não reeleja Vereadores!

Pré-Candidatos a Vereador citados, em ordem alfabética, na enquete:

Adilson Gachet,
Adriana Maninha,
Aldecir Ribeiro,
Alessandro Cruz,
Alexsandro Rosa, 
Amisterdan,
Anderson Cassimiro,
Anderson Roberto,
Anderson Vidros,
 Andre Silva,
Andrinho Da Ilha, 
Arthur Cozzolino,
Baiano Bnh,
Berguinho Cavalcante,
Betinho Kappler,
Bruno De Mauá,
Carlos Larcher, 
Clevinho Vidal, 
Daniel Do Sr Dinho, 
Darke Jr,
Deivid Alves,
Docinho, 
Dr Allon,
Edivar Tavares,
Edson Da Auto Escola, 
Eliane Sepulveda,
Fabinho Duarte,
Fabinho Pretinho,
Fernando Do Salão, 
Gabriel Betão,
Gabriel Carteiro,
Grillo,
Gustavo Almeida,
Guto De Castro,
Humberto Motta,
Jaime Do Super Ao,
Jaqueline Mendes, 
João Carlos,
João Esmael,
Jones Correa,
Julio Da Figueira, 
Junimar Mineirinho,
Junior Caipfruta,
Junior Da Capela,
Leandro Jogador, 
Leandro Rodrigues, 
Léo Freitas,
Leroy,
Luciano Borges,
Lula Tavares,
Maninho,
Maradona,
Marcelo Segundo,
Marli Da Socorro,
Marquinho Coruja,
Marquinho Da Telha,
Mestre Pc, 
Nathalia Martins,
Nega Luiza,
Nei Queiroz,
Paulinho P9,
Paulo Andre,
Paulo Lico, 
Paulo Vaz,
Quelli Martins, 
Rafael Braga,
Rene Segurança,
Roberto Da Feira,
Robinho Da Dona Alcícia, 
Rodrigo Fiel,
Rodrigo Maradona,
Rodriguinho,
Romero Cidade,
Sandro Da Ambcass,
Sargento Lopes,
Solange Sol,
Souza Pantanal,
Tatá Da Granja,
Thiago Souza, 
Vandro Família,
Vergílio Do Horto,
Vitor Leal,
Wallace Da Van, 
Wallace Maia,
William Campos

Em vermelho os pré-candidatos que não votaria, em negrito os pré-candidatos que votaria.

Fonte: Vereador 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Avaliação sobre Nestor Vidal e Núbia Cozzolino

Prezados leitores,

Estive ausente por dois anos, pois estava me desenvolvendo, buscando apoio e base para escrever para vocês, meus amigos e vizinhos. Sempre estive criticando o atual governo do Nestor Vidal. Eu utilizei os serviços e conheci as duas formas de governar da Núbia Cozzolino e de Nestor Vidal. E eu escutei nas ruas um clamor pela volta de algum Cozzolino, por causa das ações de Nestor, e em momentos no governo da Núbia ouvi pedidos que ela saísse da prefeitura.

A gestão nas clínicas do Nestor Vidal e a gestão nas escolas da Núbia Cozzolino, nos mostram que eles são capazes de realizar e entregar com sucesso o que a população mais sente falta e quer melhorias. Conheço muitos alunos dos colégios particulares da família Cozzolino, e eles dizem que são os melhores da região, o próprio ENEM mostra isso com as notas gerais das escolas.
Eu não posso opinar com 100% de certeza sobre o atendimento nas clínicas do prefeito, pois nunca entrei ou conheço alguém que tenha sido atendido. Segundo as informações campanha eleitoral de 2011, elas são referências em clínicas particulares no Centro de Magé.

Estamos passando por um período ruim na economia e na política. Sentimos falta de direitos e deveres básicos. Pedimos e não somos atendidos. A situação pode melhorar ou piorar economicamente, financeiramente ou politicamente. Os corruptos estão sempre nas páginas e destaques de notícias, são eles os culpados por este momento tão difícil: Dilma, Temer, Lula, Renan, Eduardo, Pezão, Cabral, PT, PMDB, Aécio, PSDB, STF, Câmara, Senado e Seu VOTO.

Agora venho lhe fazer aquela pergunta clássica: Lembra em quem você votou nas últimas eleições?
Os meus candidatos foram para Deputado Estadual: Wagner Montes; Deputado Federal: Índio da Costa; Senador: Romário; Governador: Marcelo Crivella; Presidente: Marina Silva e Aécio Neves.
Não tive arrependimentos, pois escolhi os candidatos com os meus desejos, objetivos e pensamentos parecidos e identificados com os meus. Faça isto nas próximas eleições, não se arrependa, faça a escolha certa para você.

Núbia Cozzolino
Quando a Núbia assumiu o cargo no Palácio Anchieta, eu estava ingressando no segundo nível do Ensino Fundamental (5ª Série ou 6º Ano). E sempre tive professores de todas as matérias, as escolas tinham material, merenda, água e funcionários. O transporte público era ruim, porém a passagem era barata e as ruas estavam com um asfalto bom. Os PSFs estavam sendo implantados, o atendimento especializado era mais rápido e o crescimento do Hospital de Fragoso melhorou o atendimento na região. Entretanto, existia uma espécie de barreira no comércio, desvios de verbas públicas, aumento de empregados públicos e isolamento de Magé na Região Metropolitana.

O balanço da gestão da Núbia tem um lado extremamente negativo e outro levemente positivo. O governo dela fez: os projetos Leve Leite, Boca Sadia, Visão do Futuro, Escolas Modelo (atualmente mais de 27), Janela do Aprender e Alimentação Nota 10, Padaria Popular, comícios (showmícios nas inaugurações), muitas obras foram iniciadas e muitas ruas foram asfaltadas e tiveram saneamento básico. Infelizmente, ela focou, visivelmente, em uma parte da população e ignorou a outra. E essa parte da população queria e sabia como tirá-la do cargo.  Aquela maneira de governar, que nos tornava dependentes dos serviços da Prefeitura, tornou quase impossível ter empregos bons (salário e condições de trabalho boas) em Magé, conquistar bens (casa, carro, móveis, eletrônicos, eletrodomésticos, etc.) em Magé e crescer profissionalmente (ter uma carreira dentro da empresa) e pessoalmente (aumentar a qualidade de vida) em Magé.

Piabetá cresceu sendo um centro de comércio e serviços ganhou mais força naquele governo por ser o local que menos sofria com aquelas "barreiras" econômicas. Houve um pequeno crescimento pois, esta "barreira" deixou passar alguns estabelecimentos e indústrias. A economia brasileira estava bem, o salário mínimo nacional aumentava dando mais chances a quem precisava, e assim era fácil consumir e conseguir um emprego bom, mas a maioria estava fora de Magé. Magé perdeu a chance de ser uma boa cidade e com boas referências.

Magé tem uma população de mais de 230 mil habitantes, mas não tem uma força política e econômica no estado. Magé é uma vergonha para nós mageenses. Várias pessoas madrugam na Rodoviária e na Estação para ir trabalhar em outras cidades, como o Rio de Janeiro e Duque de Caxias. Magé é um dormitório. Os bons políticos são assassinados em Magé. A maioria dos governantes é intitulada com esta frase: Rouba, mas faz!

Nestor Vidal
Antes de Nestor assumir a Prefeitura tivemos uma turbulência na Câmara de Vereadores e no Palácio Anchieta. Mas não comentarei sobre isso. Nestor Vidal é conhecido por ser um bom gestor. Ele e seu ex-vice são empresários. Na campanha os dois tinham uma ótima imagem, boas intenções e vontade. Eu sempre desconfiei. Porém, não sabia o que aconteceria se não tentasse, e o governo duraria pouco, menos de dois anos. Confiança e esperança, o levou a vitória.

Em Magé faltavam empresas, precisávamos de novos políticos e novos governantes, faltava transporte público e a necessidade de um concurso público. Isto me faz lembrar o motivo para votar em Nestor Vidal. Várias mudanças foram feitas: o site da Prefeitura (ficou ruim), a Baixada Digital (ficou ruim), a Praça Sete de Setembro, a obra infinita da Rodoviária, o local da feira de domingo, camelôs, ambulantes, quiosques e lanches, calçadão da Rua Brasil, CVT Piabetá, a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), CEPs para cada rua, Condomínio do Minha Casa, Minha Vida, Condomínios de classe média, isenção do Pedágio, ciclovia e ciclofaixas.

E mais mudanças e novidades: Nextel, Lojas Americanas, Ricardo Eletro, Santander, Bob's, Subway, South, Casa do Biscoito, Drogarias, Cursos de idiomas, lojas de calçados e vestuário. Piabetá está cada vez mais "famosa". No Rio de Janeiro, muitas pessoas conhecem ou já ouviram falar do nosso centro de comércio e serviços. Piabetá ganhou mais destaque, mais empreendedores e mais vagas.

Não teve Boulevard Magé com um hotel e torre comercial, barcas em Mauá, polo industrial e o Restaurante Popular. As clínicas mais conhecidas de Piabetá, a Policlínica, Climamp e Cemep, no atual governo estão sempre cheias, por dois motivos: convênios com a Prefeitura e falta e demora no atendimento nos hospitais públicos. As escolas estão passando por apertos financeiros, falta água, merenda, materiais, professores. As ruas estão esburacadas. As lixeiras sumiram.

A situação da cidade dormitório continua na mesma, a maior parte da população madrugando na Rodoviária. Estamos com mais empresas, mas estas não suprem a demanda de vagas. Acho que os governantes e os empresários não sabem que somos mais de 230 mil. Magé é grande, Magé tem potencial, e mais uma vez não jogue seu voto fora. Não temos teatro, shopping center, trem elétrico, cinema, grande indústrias, hospitais e faculdades públicas.

A CEDAE e Ampla deixam muitos moradores sem o serviço, e ele não é de graça. A energia em Magé é paga. A água na região que é atendida pela CEDAE é paga. Estamos próximos de fontes e nascentes. Temos uma agência da Ampla em Piabetá. Estas duas concessionárias precisam de sanções. Elas deixam São Gonçalo sem energia, a Baixada Fluminense sem água e vários bairros de Vila Inhomirim sem os dois.

Conclusão
Muitas pessoas reclamando que estão sem emprego e outras que estão sendo assaltadas. A segurança e paz que tínhamos foram perdidas. Para recuperá-la temos que mudar nossas atitudes. Pense bem antes de votar, pense bem antes de trocar seu voto por R$ 20, 30, 40, 50... R$ 100. Não fique dependente do governo, não fique com medo de pensar em que será o melhor candidato.
Continuem com suas reivindicações, busque e peçam com fé, pois Deus nos ouvirá e colocará a Sua mão justa sobre aqueles que administram o dinheiro de nossos impostos.

Lembre-se: O governante ruim é aquele que te dá o peixe, e não te leva ao rio e nem te ensina a pescar.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Núbia Cozzolino terá que pagar multa aplicada pelo TCE

Os desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio, na sessão desta segunda-feira, foram unânimes em negar a ordem do Mandado de Segurança feito pela ex-prefeita de Magé, Núbia Cozzolino, que pedia a anulação da multa de R$ 3.190,00 aplicada pelo Tribunal de Contas do Estado durante sua gestão.

Cozzolino foi punida por não atender determinações da Corte  de Contas. Em 2004, o município de Magé, ainda na gestão de Narriman Zito, adquiriu da Autolab, sem licitação, cinco laboratórios do tipo “didático-móvel”.



A ex-prefeita, sucessora na administração de Zito, foi intimada pelo TCE a apresentar a documentação referente à contratação diversas vezes, não cumprindo a determinação do órgão. Segundo os desembargadores, há previsão legal para a punição aplicada à ex-prefeita.

Fonte: O Dia Online

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Magé é líder no ranking nacional dos municípios onde mais políticos foram assassinados, em menos de 30 anos

As sessões da Câmara de Magé (RJ) reúnem mais seguranças do que vereadores. Nos gabinetes, plenário e galerias, sujeitos parrudos de óculos escuros e cara de poucos amigos dominam todos os espaços. É possível contar, no estacionamento da Casa, no bairro do Tênis Clube, mais de dez carros blindados, com vidros reforçados, dirigidos pelos tais tipos mal-encarados, que saem queimando pneus com os automóveis e olhando para todos os lados, em um evidente clima de tensão. Não é à toa a preocupação.

A cidade, terra de Mané Garrincha, ostenta o nada honroso título de campeã brasileira da violência política, com nove políticos e parentes deles assassinados desde 1997. No caso mais chocante, a então vice-prefeita pelo PSDB, Lídia Menezes, foi torturada e morta com três tiros, em junho de 2002. O carro dela chegou a ser incendiado. Na mesma cidade foram assassinados a tiros por pistoleiros o vereador Alexândre Alcântara (PSC), a mãe e o motorista. O então presidente da Câmara, Genivaldo Ferreira Nogueira, o Batata, respondeu a júri popular como suposto mandante em 1998.
Em abril deste ano, foi a vez do vereador Antonio Carlos Pereira (PMDB), o Tunico Pescador, ser executado. Em 2006, morreu Carlos Alberto do Carmo Souto, o Chuveirinho. No seu enterro, o então vereador Dejair Côrrea (PDT), ex-policial que só andava armado, disse que os colegas se questionavam quem seria a próxima vítima. A resposta veio um ano depois: foi ele próprio, morto com tiros nas costas, sem poder usar a pistola prateada que sempre levava na cintura.
Dominada durante duas décadas pela família Cozzolino, que teve uma prefeita, Núbia Cozzolino, afastada em 2010, sob a acusação de corrupção e dois secretários presos – um deles, Charles, irmão da prefeita cassada – a cidade tem, pela primeira vez, um prefeito, Nestor Vidal (PMDB), que não é ligado ao poderoso clã, acusado de envolvimento com a violência.

Líder isolada no sinistro ranking, Magé, cidade de 244 mil habitantes a 50 quilômetros da capital fluminense é seguida de perto pelas paulistas Guarujá, no litoral, e Jandira, na Grande São Paulo, ambas com cinco homicídios de políticos. Nos casos mais recentes, morreram, em março deste ano, o ex-secretário municipal de Governo de Guarujá, Ricardo Augusto Joaquim de Oliveira, do Partido Pátria Livre (PPL), executado por dois motoqueiros na frente de dezenas de testemunhas, em uma reunião partidária. Em dezembro de 2010, Jandira registrou o assassinato, também praticado por dois motoqueiros, do prefeito Walderi Braz Paschoalin (PDT), pouco antes de dar entrevista a uma rádio local.

Com base em notícias de imprensa e processos judiciais, CartaCapital constatou a morte violenta de 72 políticos – quase todos de nível municipal como prefeitos, secretários e vereadores – e seis parentes entre 1983 e 2012. De acordo com os números, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Piauí e Alagoas foram os mais letais. No mais rico estado da federação, foram mortos 21 gestores públicos ante 14 no Rio, boa parte na violenta região da Baixada Fluminense. No Piauí, o assassinato de oito prefeitos em dez anos levou à criação da Associação das Viúvas de Ex-prefeitos Assassinados, que pressiona as autoridades pela resolução dos crimes. Alagoas também registrou oito assassinatos. Os níveis de resolução dos crimes são, em geral, muito baixos e quase sempre param nos assassinos, raramente chegando aos mandantes. Em muitos casos, os principais suspeitos são outros políticos rivais, suplentes e empresários com interesse em áreas sensíveis (e lucrativas) da administração pública como coleta de lixo, merenda e segurança.
Os crimes, típicos de execução, ostentam, sempre, um modus operandi comum, com dois homens em motos potentes, rostos protegido por capacetes escuros, o carona armado, e disparos em áreas vitais como cabeça e peito. Há mortos de vários partidos, com predominância do PT, PSDB, PDT e PV. A razão para este fenômeno, aponta a vice-coordenadora do Núcleo de Estudo da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP), Nancy Cardia, é uma mistura entre processos violentos de ocupação de espaços políticos e certeza de impunidade. “Os números são chocantes e os crimes ocorrem em regiões ricas e pobres. Até a ocupação do Velho Oeste americano foi minimante mais organizada e menos violenta do que a política brasileira”, diz.
O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziukoski, ex-prefeito de Mariana Pimentel (RS), considera que os prefeitos são totalmente desprotegidos da violência política, ao contrário de governadores e outras autoridades, que contam com esquemas oficiais de segurança. “O poder dos chefes de Executivo municipais é muito grande, assim como os interesses que podem ser contrariados. Os conflitos se agudizam na esfera municipal e quando o prefeito contraria algum interesse poderoso, pode ter certeza de que haverá represálias.”
Para o cientista político e professor do Insper, Humberto Dantas, a situação demonstra que, nem de longe, a democracia está consolidada no Brasil. “A violência expõe a fraqueza expressiva das instituições formais. Crer na força, explorar aspectos culturais associados à lei violenta e forjada individualmente são características de uma sociedade que não compreende o verdadeiro sentido do contrato social”, argumenta. O professor José Cláudio Alves, pro-reitor da Universidade Federal Rural do Rio e autor do livro Dos barões ao extermino – uma história da violência política na Baixada Fluminense, tem opinião semelhante. “Na região, há uma lógica da violência que começa com o então deputado Tenório Cavalcanti, nos anos 1950, mas é institucionalizada pela ditadura militar, que constrói, ao longo do tempo, grupos formados por PMs, policiais civis e guardas municipais, voltados à execução sumária dos inimigos de seus contratadores. Nos tempos atuais, esse pessoal exerce, com extrema violência, o controle político de áreas da Baixada, assim como negocia o tráfico de drogas, de armas e roubo de cargas”, diz. Alves considera as milícias uma derivação moderna destes antigos grupos armados.
Promotor de Justiça e membro do Centro de Apoio Criminal do Ministério Público paulista, Thomaz Ramadan aponta a impunidade e os altos valores em disputa como motores dos crimes políticos no Brasil. “Esse tipo de crime continua ocorrendo em parte porque a punição para o chamado homicídio simples é ridícula. Como não é considerado crime hediondo, a pessoa recebe uma pena de oito anos de prisão, mas pode ser solta ao cumprir dois quintos da sentença. Assim, pode ficar apenas um ano na cadeia, enquanto se pagam altas somas para eliminar adversários políticos”, compara.
A estratégia para combater a violência política centra-se, para os pesquisadores, na garantia da punição de executores e mandantes e no fim da tolerância com os crimes cometidos por políticos no mandato. “Temos que lutar para garantir a punição dos culpados, de forma que a violência política, em algum momento, vire arqueologia entre nós”, opina Nancy Cardia. Dantas defende mudanças profundas no Judiciário, que vê como o pior dos três poderes. “O processo das eleições no Brasil pouco tem de pacífico e é fundamental uma Justiça atuante para coibir isso”. A Associação Nacional de Prefeitos e Vices do Brasil (ANPV) sugere a criação de estruturas de segurança oficial para os prefeitos, a exemplo da que já existe para os governadores, e cessão de moradia aos chefes de executivos municipais durante o mandato.
Um rastro de sangue e pólvora
Setembro/2012 – Isaías Vieira, secretário de Obras de Santo Antonio do Leverger (MT)
agosto/2012 – Marcos Francisco Camargo, ex-secretário municipal de Limeira
abril/2012 – Antonio Carlos Pereira, vereador (PMDB) de Magé (RJ)
março/2012 – Ricardo Augusto Joaquim de Oliveira, ex-secretário de Guarujá
agosto/2011 – Rodrigo da Cruz França, vereador (PV) de Franco da Rocha (SP)
maio/2010 – João Santana de Moura Vilar, o Tucla, vereador de Cubatão (SP)
dezembro/2010 -Walderi Braz Paschoalin, prefeito (PDT) de Jandira (SP)
dezembro/2010 – Genival Barbosa da Silva, vereador (PSC) de Roteiro (AL)
fevereiro/2010 – Eliseu Santos, ex-secretário de Saúde de Porto Alegre (RS)
março/2010 – Alis Rahal Maluf, ex-vereador de Cubatão (SP)
outubro/2010 – Evaldo José Nalin, vereador (PSDB) de Analândia (SP)
setembro/2010 – Divaldo Willian Rinco, prefeito (PSDB) de Alto Paraíso (GO)
setembro/2010 – Rubens Domingos, ex-vereador de Franco da Rocha (SP)
julho/2010 – Antonio Ivo Aureliano, suplente de vereador de Jandira (SP)
julho/2010 – Waldomiro Moreira de Oliveira, ex-vereador (PDT) de Jandira (SP)
novembro/2010 – Luiz Carlos Romazzini, vereador (PT) de Guarujá (SP)
julho/2009 – Márcio César Lopes Carvalho, prefeito (PMDB) de Barbosa Ferraz (PR)
novembro/2008 – Carlos Aparecido da Silva, ex-vereador de Franco da Rocha (SP)
novembro/2008 – Orney dos Santos Pereira, candidato a vereador de Magé (RJ)
outubro/2008 – Willians Andrade Silva, vereador (PP) de Guarujá (SP)
julho/2008 – Vendelino Royer, prefeito (PMDB) de Itaipulândia (PR)
outubro/2007 – José Geraldo Siqueira, vereador de PT do B de São Luiz do Quitunde (AL)
outubro/2007 – Fernando Aldo Gomes, vereador (PPS) de Delmiro Gouveia (AL)
setembro/2007 – José Élio Nascimento, ex-vereador de Pilar(AL)
julho/2007 – João Ferreira da Silva, ex-vereador de Satuba (AL)
maio/2007 – Gilberto Andrade, prefeito de Aureliano Leal (BA)
fevereiro/2007 – Dejair Côrrea, vereador (PDT) de Magé (RJ)
agosto/2006 – Carlos Alberto do Carmo Souto, vereador (PSC) de Magé (RJ)
julho/2006- Eduardo dos Santos, prefeito de Roteiro (AL)
julho/2004 – João Monteiro de Castro, vereador (DEM) do Rio de Janeiro
janeiro/2003 – Joaldo Barbosa, deputado estadual (PL) de Sergipe
janeiro/2003 – Antonio Valdeci de Paiva, deputado federal (PSL) do Rio de Janeiro
janeiro/2002 – Celso Daniel, prefeito (PT) de Santo André (SP)
junho/2002- Lídia Menezes, vice-prefeita (PSDB) de Magé (RJ)
novembro/2001 – Ernesto Pereira, vereador (PTN) de Guarujá (SP)
setembro/2001 – Carlos Alberto Santos de Oliveira, vereador (PV) de Boquim (SE)
setembro/2001 – Antonio da Costa Santos, o Toninho do PT, prefeito de Campinas (SP)
março/2001 – Mário Soares de Almeida, vereador de Jandira (SP)
março/2001 – Natur de Assis Filho, ex-presidente do PV da Bahia
outubro/2000 – Manuel de Souza Neto, coordenador de campanha do PT de Suzano (SP)
outubro/2000 – José Ribamar de Souza Gondim, presidente do PT de Cururipe (BA)
outubro/1999 – Dorcelina Folador, prefeita (PT) de Mundo Novo (MS)
outubro/1999 – Olavo Pires, senador de Rondônia
março/1999 – José Miguel Dantas, prefeito de Batalha (AL)
fevereiro/1999 – Jairo Antonio Gebrin, secretário de Esporte de Arujá (SP)
janeiro/1999 – João Batista Filho, prefeito de Capitão de Campos (PI)
dezembro/1998 – Ceci Cunha (PSDB), deputada federal por Alagoas
julho/1998 – Ariomar Oliveira Rocha, vereador (PT) de Jaguarari (BA)
junho/1998 – Cícero Lucas de La Peña, presidente do PT de Xexéu (PE)
junho/1998 – Walter Arruda, vereador de Magé (RJ)
junho/1998 – Sérgio Costa Barros, vereador de São João do Meriti (RJ)
maio/1998 – Pedro Carlos dos Santos, vereador (PT) de Candeias (BA)
março/1998 – Alexandra Alcântara, vereador de Magé (RJ)
setembro/1997 – Fulgêncio Manoel da Silva, presidente do PT de Santa Maria da Boa Vista (PE)
agosto/1997 – Geraldo Ângelo, vereador de Magé (RJ)
junho/1997 – Manuel Rezende da Silva, secretário de Finanças de Guarulhos (SP)
maio/1997 – Raimundo Nonato Marques, prefeito de Luzilândia (PI)
maio/1997 – Orlando Falcão Filho, vereador do Guarujá (SP)
março/1997 – Abílio Alapenha Filho, secretário de Obras (PT) de Angra dos Reis (RJ)
fevereiro/1997 – Ivan Chaves Teixeira, presidente do PT de Abre Campo (MG)
dezembro/1996 – Manoel Portela de Carvalho, prefeito de Aroazes (PI)
abril/1996 – César Augusto Leal Pinheiro, prefeito de Picos (PI)
abril/1995 – Jorge Júlio da Costa Santos, o Joca, prefeito de Belford Roxo (RJ)
agosto/1993 – Ary Vieira Martins, subsecretário de Serviços Públicos de Duque de Caxias (RJ)
dezembro/1993 – Renato Moreira, vereador de Imperatriz (MA)
agosto/1992 – Wilson Pio Barbosa, prefeito de São Félix (PI)
maio/1992 – Edmundo Pinto, governador do Acre
abril/1992 – Joaquim Fonseca Santos, prefeito de Redenção do Gurguéia (PI)
janeiro/1991 – Abeilard Goulart, prefeito de Itaguaí (RJ)
julho/1990 – José Geraldo Pontes Linhares, prefeito de José de Freitas (PI)
abril/1989 – Francisco Luis Macedo, prefeito de Padre Marcos (PI)
abril/1983 – Dorvalino Alves Teixeira, prefeito de Jandira (SP) pelo extinto PDS
Obs: No período, morreram 72 políticos e seis parentes, que os acompanhavam no momento dos atentados. As fontes de pesquisa são notícias da imprensa nacional e processos judiciais.

Fonte: Paraiba.com.br

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Nestor Vidal diz ser responsável, mas não culpado por tudo que acontece em nosso município

Então, tudo que acontece agora é culpa de seus secretários - Saúde, Educação, Transporte - e ainda afirma que quem deixou Magé assim foram os antigos governantes. Bem, na época deles os PSF's tentavam funcionar, hoje você espera de 2 a 5 meses para uma consulta com um médico especializado - Ortopedista, Cardiologista, Neurologista, etc.

O atual prefeito é dono de clínicas médicas e mesmo assim piorou, destruiu e sucateou a saúde pública em Magé em menos de 1 ano. Pois no início do mandato dele a Saúde ainda caminhava, hoje ela mal consegue engatinhar.

Têm três coisas que são culpa do Governo dele, ou seja, culpa de seus "competentes" secretários:


  • Merenda Escolar de má qualidade;
  • Falta d'água nas escolas;
  • Demora no atendimento médico; e
  • Falta de organização nas obras.


Vejo o depoimento dele:
"Aceito a responsabilidade, não a culpa!
Amigos, quero compartilhar com vocês que nunca antes eu havia vivido uma campanha política com tamanha intensidade como esta. Além das inúmeras atividades como caminhadas, encontros e reuniões com a população para aproximar-me mais de suas necessidades, as armas utilizadas pelos meus adversários não obedecem a nenhum princípio moral ou ético. Sem mencionar que se juntam a grupos, que foram recentemente derrotados por nós, e que representam tudo o que queremos ver fora de nossa cidade. Observei que o principal argumento de meus oponentes é culpar-me por tudo que a décadas está errado em Magé. O descaso de anos com a educação, a saúde, o transporte, meio ambiente, segurança, saneamento, captação de empresas passou a ser de total culpa minha. Aceito esta responsabilidade, mas não essa culpa. Eu, como prefeito com um ano de mandato, passei a ser o responsável pela construção de um novo município e agradeço muito a população que me colocou neste cargo, com essa missão.

Em um ano fizemos muitas mudanças mas a maior de todas talvez tenha sido a liberdade de expressão devolvida ao povo, para que este possa expressar-se sem a opressão da máquina do governo. Estamos há menos de uma semana das eleições, e posso garantir a vocês que o futuro de Magé está na mão do povo. A população ira escolher livremente o próximo prefeito e vereadores. Aproveito para deixar em apelo aos mageenses: não deixem nenhuma força antidemocrática influenciar seu voto. Denuncie e repudie. Isso feito, tenho certeza de que estaremos no rumo certo.

Abraços!"

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Mais propostas para as Eleições de 2012 - Saúde e Emprego

Até o Jornal O Dia Online confirma, junto com os candidatos, que a SAÚDE em Magé está cada vez pior.

Após 30 anos, cidade tem a primeira campanha eleitoral sem um Cozzolino na disputa



Rio - Está chegando ao fim a primeira campanha eleitoral sem candidatos da família Cozzolino na disputa pela Prefeitura de Magé após 30 anos. A menos de um mês das eleições municipais, três candidatos disputam o posto. O atual prefeito Nestor Vidal (PMDB), a ex-prefeita Narriman Zito (PDT) e Ricardo Correa de Barros, o Ricardo da Karol (PSB).

Com os Cozzolinos fora da briga, o alvo da vez é Nestor Vidal, que assumiu o cargo depois de vencer a eleição suplementar feita na cidade em julho do ano passado — a nova votação foi marcada porque a prefeita eleita em 2008, Núbia Cozzolino (PMDB) e seu vice, Rozan Gomes da Silva (PSL), foram cassados. Hoje, a principal crítica é com relação ao sistema de saúde de Magé.


Ricardo pretende construir Hospital Central de Magé para atender diariamente até 3 mil pacientes | Foto: Estefan Radovicz / Agência O Dia

“Podem falar o que for da Núbia. Mas, com ela, a saúde funcionava. A própria população diz que o setor piorou depois que ela foi cassada. Os Postos de Saúde da Família não funcionam. Vou restaurá-los e construir o Hospital Central de Magé, em parceria com os governos estadual e federal, com capacidade de atender até 3 mil pessoas por dia”, prometeu Ricardo da Karol.

Narriman relembra o período em que foi prefeita, entre 2001 e 2004. “No fim do governo, deixei verba e um projeto para a construção do Hospital Materno-infantil, mas as obras não foram iniciadas até hoje. Vou construí-lo, reformar os hospitais de Magé e Piabetá e reimplantar todos os serviços criados na minha gestão”, garantiu a ex-mulher de José Camilo Zito (PP), prefeito de Duque de Caxias.

Nestor se defende: “Peguei um município com o orçamento totalmente comprometido. A saúde ainda não tem a infraestrutura necessária, mas já estamos construindo a UPA de Piabetá e vamos abrir uma Policlínica em Santo Aleixo com 80 leitos, que será referência na Saúde da mulher”.

Duas derrotas e duas cassações

A primeira vez em que os Cozzolinos ocuparam a Prefeitura de Magé foi em 1982, com Renato Cozzolino, que morreu em 1986. O sucessor foi seu sobrinho, também chamado Renato Cozzolino, que entregou a prefeitura ao primo Charles, em 1993.

Cassado após dois anos de mandato, ele conseguiu voltar ao cargo em 1995, ano da primeira derrota da família, quando Benito Cozzolino perdeu para Nelson do Posto. Em 2000, foi a vez de Núbia Cozzolino perder a disputa, desta vez para Narriman Zito. Quatro ano mais tarde, Núbia conseguiu ganhar e assumiu o poder. Em 2008, Núbia foi reeleita.

Acusada de desvios de recursos e de abuso de poder político e econômico, ela foi cassada no ano seguinte, e o atual prefeito Nestor Vidal entrou em cena.

Expectativa é criar 10 mil empregos em 4 anos

Com mais de 200 mil habitantes, Magé ainda tem boa parte da população trabalhando fora do município. Esta é uma preocupação dos candidatos. Segundo Ricardo da Karol, a prefeitura é a maior empregadora do município. Ele teme interferência na eleição.


Confira os números de Magé | Arte: O Dia

“A taxa de desemprego é muito grande na cidade, mas a Prefeitura de Magé tem mais de 4 mil funcionários em cargos comissionados. Muitos são obrigados a fazer campanha e a participar de caminhadas. Eles votam em quem está no poder para manterem seus empregos”, afirmou o candidato do PSB.

Narriman Zito lembra que muitos trabalhadores perdem muito tempo entre idas e vindas do trabalho e pede mudança. “Ainda hoje, Magé é uma cidade-dormitório. Não há empregos aqui. Precisamos criar postos de trabalho para que nossa população não precise passar horas em conduções para o Rio de Janeiro”, disse a ex-prefeita, candidata do PDT.

O prefeito Nestor Vidal acredita que seja possível gerar empregos com a construção de um shopping e a instalação do Polo Petroquímico de Magé.

“A expectativa é criar 10 mil empregos nos próximos quatro anos. Só no shopping, que virá através de iniciativa privada, serão 2.500 vagas. Além disso, vamos trazer mais mercados para Magé, o que também vai abrir mais postos de trabalho”, disse o peemedebista.



Fonte: O Dia Online

domingo, 9 de setembro de 2012

Pesquisa eleitoral mostra Nestor Vidal na frente


Nestor Vidal: 58,7% - Ricardo da Karol: 17,3% - Narriman Zito: 2,9%

Pesquisa realizada pelo Instituto PJGR, confirma análises de campanha feita pelo Web Jornal Magé Online,  que em matéria recente sobre as eleições de 2012, registram o crescimento da população na adesão de campanha de Nestor Vidal. Em reuniões com candidatos a proporcional, caminhadas nas ruas da cidade e um plano de governo consistente, tem convencido a maioria dos eleitores em legitimá-lo para dirigir o poder Executivo por mais quatro anos. A possibilidade de Nestor Vidal repetir os números da última eleição, que contou com mais de 70% dos votos válidos, é uma perspectiva real.
 
Se as eleições fossem hoje o prefeito de Magé, Nestor Vidal, do (PMDB), estaria reeleito com 58,7% dos votos. É o que mostra pesquisa de intenção de votos realizada nos dias 30 e 31 de agosto pelo Instituto PJGR, registrada no TRE sob o número RJ00063/2012 e liberada para divulgação nos meios de comunicação. De acordo com a consulta feita com 400 eleitores divididos proporcionalmente entre Magé, Santo Aleixo, Suruí, Mauá e Vila Inhomirim – Nestor venceria em todos os distritos. O curioso é que a candidata do (PDT), Narriman Felicidade Correa de Faria dos Santos, a Narriman Zito, não teve citação de votos em Magé, Surui e Mauá, mas, na espontânea, em Magé, a ex-prefeita Núbia Cozzolino foi mencionada positivamente por 1% dos consultados. Núbia também teve declaração de voto espontânea de 1,1% dos eleitores de Piabetá.
Ainda de acordo com a pesquisa de intenção de votos, o candidato do (PSB), Ricardo Correa de Barros, o Ricardo da Karol, está em segundo lugar com 17,3% e a ex-prefeita Narriman Felicidade está muito distante, atingindo apenas 2,9% da preferência do eleitorado. A margem de erro é de 4,9 pontos para mais ou para menos. Segundo o quadro geral da pesquisa 12,9% dos eleitores estão indecisos, 4,1% manifestam o desejo de anular o voto ou votar em branco, mesmo percentual dos que não opinaram.

Além de indagar sobre em quem o eleitor de Magé pretende votar para prefeito, a pesquisa perguntou sobre em qual dos três correntes à sucessão municipal ele não votaria de maneira alguma e nesse quadro Narriman sai da última para a primeira posição: 36,4% responderam que não votariam nela de jeito algum; 11,5% disseram que não votariam em Ricardo e 8,% não escolheriam Nestor Vidal. Nesse quadro 27,8% não responderam, 12,9% não rejeitam nenhum dos três candidatos e 3,4% responderam que rejeitam todos os três.
Amostragem por localidades confirmam a preferência da população:
A situação verificada nos distritos é também amplamente favorável ao candidato Nestor Vidal e o melhor desempenho de Narriman é verificado em Piabetá, onde ela tem 5,9% da preferência dos eleitores, contra 20,9% de Ricardo e 45,5% de Nestor Vidal. 

Já em Suruí nenhum dos eleitores consultados afirmou que votaria em Narriman, 21,1% preferem Ricardo da Karol e 68,4% responderam que pretendem votar em Nestor Vidal. Em Suruí o percentual de indecisos é de 5,3% o de brancos e nulos 2,6% e 2,6% dos eleitores não opinaram. 

Em Piabetá está o maior percentual de indecisos (17,6%), 3,7% não opinaram e 6,4% responderam que anulam o voto ou votam em branco.
No primeiro distrito (centro de Magé e bairros adjacentes), Nestor, revela a pesquisa, tem 74%, Ricardo 11,6% e Narriman 0%. O percentual de indecisos é de 11,6%, 3,8 não opinaram e brancos e nulos chegam a 2,9%. Entre os eleitores de Santo Aleixo 70,9 afirmaram que pretendem votar em Nestor, 7,3% em Ricardo e 2,4% em Narriman. Nessa localidade 14,6% estão indecisos e 2,4 não opinaram, mesmo percentual dos que disseram que anulam o voto ou votam em branco.
Na consulta feita em Mauá Narriman também não foi citada pelos eleitores ouvidos e 10% deles estão indecisos, 10% não opinaram e nenhum dos votantes consultados respondeu se votariam em branco ou anularia o voto, enquanto 22,5% disseram votar em Ricardo da Karol e 57,5% em Nestor Vidal.

NESTOR VIDAL ATÉ PODE GANHAR, MAS SEUS SECRETÁRIOS E ASSESSORES DEVEM SER TROCADOS,POIS A SAÚDE, A EDUCAÇÃO E O TRÂNSITO/TRANSPORTE NO SEXTO DISTRITO ESTÃO CADA VEZ PIORES. VÁRIAS HORAS, DIAS, SEMANAS E MESES PARA CONSEGUIR SER ATENDIDO EM ALGUMA UNIDADE DE SAÚDE. ESCOLAS SEM ÁGUA E MERENDA. O CENTRO DE PIABETÁ ESTÁ CONHECENDO UM AMIGO DAS MÉDIAS E GRANDE CIDADES, O CONGESTIONAMENTO.
Fonte: Magé Online

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ministério Público do RJ denuncia Núbia Cozzolino


O Ministério Público do Rio (MPRJ) denunciou a ex-prefeita do município de Magé, Núbia Cozzolino, pelo crime de responsabilidade. Segundo o MPRJ, a denúncia afirma o descumprimento de ordem judicial por parte da ex-prefeita que teria mantido o nome de parentes em instituições públicas.

O MP identificou, em 21 de novembro de 2008, a utilização do sobrenome Cozzolino em Escolas Modelo de Magé, entre elas, as Escolas Municipais Renato Cozzolino e Rafael Cozzolino. O relatório da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) do MPRJ, do dia 17 de setembro de 2009, informou que as Escolas Municipais Benito Allem Cozzolino, Izolina Cozzolino e Maria Terezza Cozzolino apresentavam visíveis os nomes das referidas instituições, descreve a denúncia.

"Em pedido de antecipação de tutela, foi requerido que o Município de Magé retirasse de todos os logradouros públicos as denominações ou qualquer tipo de identificação de parentes e agentes políticos, ou seja, prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais, vereadores e presidentes de entidades da Administração Pública direta e indireta do Município de Magé", destaca texto da denúncia subscrita pela Promotora de Justiça Denise Pieri Peçanha Pitta.

Segundo o MPRJ, em 4 de novembro de 2008, o Juízo da 1ª Vara Cível da Comarca de Magé determinou que a então prefeita Núbia Cozzolino efetuasse a retirada dos nomes no prazo de 48h, sob pena de multa diária no valor de RS 10 mil.

Em 13 de maio de 2009, o MPRJ recebeu denúncia anônima informando que a utilização do sobrenome Cozzolino nas Escolas Modelo de Magé continuava. A partir disso, o MPRJ ajuizou a execução provisória de multa diária pelo descumprimento da decisão, que, na época, totalizava R$ 21 milhões e 210 mil - valores correspondestes ao período de novembro de 2008 a setembro de 2009.

A retirada dos nomes das entidades apenas foi concluída, afirma o MPRJ, pela administração sucessora de Núbia Cozzolino, o Prefeito Rozan Gomes da Silva, intimado para essa finalidade em 8 de fevereiro de 2010.

O mais cômico dessa história é como eles demoraram para fazer essa denúncia, isso tem "cheiro " de Olimpíadas e Copa do Mundo. Até o Complexo Comercial Boulevard Magé é meio suspeito.