Magé é um dos municípios mais antigos do Brasil, e isso o possibilitou a ter um legado histórico do Brasil Colônia, como engenhos e igrejas. Algumas das mais conhecidas são: o Caminho do Ouro, o Engenho da Fazenda Pau Grande e a Igreja de Nosso Senhora da Piedade de Inhomirim.
Caminho do Ouro
Na Serra da Estrela ou Serra dos Órgãos se encontra o Caminho do
Ouro. Uma trilha construída por escravos de
Bernado Soares de Proença em 1724 com pedras. Proença era um rico fazendeiro da cidade, que trazia ouro de
Minas Gerais até Magé. Por esta façanha a trilha foi batizada pelos
escravos e aventureiros como “Caminho do Ouro ou Caminho Novo das
Gerais”. A calçada de pedras ia de Vila Inhomirim, em Magé, até o bairro
Secretário, em Petrópolis, e levou aproximadamente dois anos para ser
construída.
Uma grande parte do ouro do nosso país foi transportado através deste
caminho. A trilha hoje é um atrativo para os amantes da natureza e seu
calçamento é considerado um trabalho de arte e harmonia.
A travessia é feita por dentro de Mata Atlântica, onde é possível
encontrar várias espécies de bromélias, musgos, samambaia e animas como
macacos, preguiças, caxinguelê, gambá e até mesmo jaguatiricas. Belos
córregos e cachoeiras podem ser encontradas ao longo do caminho.
Ruínas do Engenho da Fazenda Pau Grande
As ruínas formam um cenário impressionante dada a perfeição na sua
arquitetura e grandiosidade. O tempo vem transformando a imagem do
Engenho em uma arte digna de grandes artistas. O local é circundado pela
Mata Atlântica e por várias cachoeiras, além de uma trilha calçada por
pedras que deveria no passado servir de escoadouro para contrabando de
pedras preciosas e ouro, pois o caminho dá acesso à Petrópolis e
Teresópolis.
Igreja de Nossa Senhora da Piedade de Inhomirim
Construída em 1696 em Bongaba, a Igreja na época foi escolhida para ser sede
Paroquial e Capital do Distrito Miliciano que compreendia os territórios
das freguesias de Nossa Sra. Da Piedade de Magé, de Nossa. Sra. Da Guia
de Pacobaíba e de São Nicolau de Suruí. Com isto se tornou não só o
centro da freguesia, mas de toda a Baixada Fluminense. Sua influência
ultrapassava a Serra da Estrela até o Rio Paraíba.
A igreja está localizada no Antigo Caminho dos Mineiros, que se
ligava do Porto Estrela até o Caminho Novo de Bernado de Soares de
Proença. De estrutura pequena, mas de beleza singular, foi a primeira a
ser construída sem as formalidades exigidas pela Corte de Portugal.
Nesta igreja foi batizado o herói e Patrono do Exército Nacional Luiz
Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias.
Fonte: Prefeitura da Magé
Bairro do Município de Magé, no Estado do Rio de Janeiro. Pertencente a um Distrito com quase 100 mil habitantes, o mais populoso de Magé. Aqui você encontra informações, dicas e notícias da região próxima de Piabetá.
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sexta-feira, 29 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
CEPs dos bairros de Vila Inhomirim - Parte 1: Bongaba e Centro (Raiz da Serra)
Segue abaixo uma lista com os CEPs dos bairros de Bongaba e Centro de Vila Inhomirim (popularmente Raiz da Serra), disponibilizados pelo site dos Correios:
Fonte: Correios
| Logradouro/Nome: | Bairro: | CEP: |
| Avenida Santos Dumont | Bongaba | 25930-540 |
| Estrada Mineira | Bongaba | 25930-550 |
| Rodovia Santos Dumont | Bongaba | 25930-530 |
| Rua A | Bongaba | 25930-600 |
| Rua Baronesa de Mauá | Bongaba | 25930-570 |
| Rua Cristina Ferreira de Paiva | Bongaba | 25930-560 |
| Rua da Chácara | Bongaba | 25930-590 |
| Rua do Imperador | Bongaba | 25930-580 |
| Rua Rosas | Bongaba | 25930-610 |
| Avenida Automóvel Clube | Centro | 25933-510 |
| Avenida Duque de Caxias | Centro | 25933-530 |
| Avenida Joaquim Aguiar | Centro | 25933-800 |
| Estrada da Pedra | Centro | 25933-780 |
| Estrada da Serra Velha | Centro | 25933-760 |
| Estrada de Pau Grande | Centro | 25933-500 |
| Estrada do Goiabal | Centro | 25933-490 |
| Estrada Joaquim dos Santos | Centro | 25933-750 |
| Estrada Velha da Estrela | Centro | 25933-810 |
| Praça Marechal Ângelo Mendes de Moraes | Centro | 25933-590 |
| Praça Raimundo Borges | Centro | 25933-660 |
| Rua Bica da Rainha | Centro | 25933-790 |
| Rua Coronel Ferraz | Centro | 25933-520 |
| Rua Coronel Girard | Centro | 25933-630 |
| Rua Doutor Lúcia Helena | Centro | 25933-540 |
| Rua Geraldo Lopes | Centro | 25933-620 |
| Rua João Corrêa | Centro | 25933-560 |
| Rua João Duarte | Centro | 25933-610 |
| Rua Major Cantuária | Centro | 25933-650 |
| Rua Major Cavalcante de Albuquerque | Centro | 25933-730 |
| Rua Major Filadélfio | Centro | 25933-710 |
| Rua Major Gutierrez | Centro | 25933-680 |
| Rua Major Hélio da Silva | Centro | 25933-690 |
| Rua Marechal Ângelo Mendes de Moraes | Centro | 25933-580 |
| Rua Marechal Napion | Centro | 25933-570 |
| Rua Maria do Patrocínio | Centro | 25933-770 |
| Rua Menino Aramis | Centro | 25933-550 |
| Rua Mestre Arlindo | Centro | 25933-640 |
| Rua Miguel Campos | Centro | 25933-600 |
| Rua Rafael Cozolino | Centro | 25933-740 |
| Rua Tenente-Coronel Cunha Matos | Centro | 25933-720 |
| Rua Tenente-Coronel Marques Henrique | Centro | 25933-700 |
| Rua Tenente-Coronel Veiga Cabral | Centro | 25933-670 |
Fonte: Correios
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Site da Prefeitura: Operação conjunta apreende carros e motos irregulares em Fragoso
No último final de semana a equipe de fiscalização apreendeu 47 motos e cinco carros na operação choque de ordem realizada em Fragoso, no 6º distrito.
O grupo formado por guardas municipais, fiscais do Transporte e policiais militares montaram um posto na localidade, onde verificaram documentos e transporte alternativo, por exemplo. A ação ocorreu na Estrada do Goiabal, em frente ao Ginásio Poliesportivo Renato Medeiros, via de acesso ao bairro Pau Grande.
Com o objetivo de coibir a circulação de veículos com documentação irregular, o transporte alternativo clandestino e carros de som fora dos padrões exigidos, "um local com grande movimentação, especialmente nos finais de semana, e também por ser acesso aos bairros de Raiz da Serra e Pau Grande", declarou o secretário de Transportes, Edivar Tavares.
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sábado, 25 de maio de 2013
Ponte Interditada em Raiz da Serra, RJ Móvel, do RJTV 1ª Edição, no dia 04/11/2013
A equipe do RJ Móvel (RJTV 1ª Edição) gravou uma reportagem sobre a interdição da ponte em Raiz da Serra, que está atrapalhando a vida dos moradores, estudantes e motoristas que precisam passar pelo local, além de deixarem uma parte do bairro sem transporte público, obrigando os usuários a fazerem caminhadas de mais de 30 minutos.
Localização da ponte na RJ-107.
É a primeira ponte depois da Vila Operária da IMBEL.
![]() |
| Funcionários da Prefeitura interditando a Ponte em Janeiro/2013 |
Assista os vídeos - 17/05/2013 - 30/07/2013 - 04/11/2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Até no Jornal Nacional: Primeira ferrovia do Brasil está esquecida e abandonada
Na estrada, a placa informa a existência de um marco na história do país. Alguns metros adiante, ainda é possível ver a linha de trilhos, engolida pelo matagal.
A ferrovia foi construída em 1854. Quando fez 100 anos, em 1954, foi tombada pelo patrimônio histórico. De lá para cá são quase 60 anos do mais completo abandono. A primeira ferrovia do Brasil foi atropelada pela modernidade. Soterrada pelo asfalto.
Em um trecho, a linha do trem desaparece debaixo da rodovia. A ferrovia é obra de Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá. O traçado original, com 14,5 quilômetros, ligava Inhomirim, base da Região Serrana do Rio, à Baía de Guanabara.
A linha foi criada para levar o café produzido no Vale do Paraíba ao cais de Magé e, de lá, de barco ao porto do Rio de Janeiro.
“É uma estrada importante porque chegaria mais rápido, escoaria produtos, subindo e descendo com esses produtos de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro”, avalia o historiador Carlos Gabriel Guimarães.
Do cais, restam os pilares, quase todos destruídos. A primeira estação ainda está de pé. Em frente a ela, uma réplica da primeira locomotiva.
Tudo isso pertencia a Rede Ferroviária Federal até 1998, quando foi entregue à prefeitura de Magé e ao Instituto do Patrimônio Histórico. A área em torno foi alugada a uma empresa de tubulação e ocupada por moradias irregulares. A estação virou um depósito.
“Até o fim de maio a gente vai estar com segurança armada para ocupar os terrenos com cerca e com a contratação de um escritório de arquitetura, para estabelecer o perímetro de tombamento”, afirma Cristina Lodi, superintendente do Iphan.
Há 30 anos, a Associação de Preservação Ferroviária tenta convencer as autoridades a reativar o caminho de ferro. “O que nós queremos mais tarde é tentar enquadrar este projeto na Lei Rouanet, lei dos incentivos fiscais, para aí sim, conseguir de grandes empresas, que tem interesse na preservação e na memória do Brasil para poder aplicar recursos nesta ferrovia abater do imposto de renda, e reativar. Porque só assim a gente vai conseguir reativar”, explica Antonio Pastori, associação de preservação ferroviária.
Veja o vídeo neste link.
Fonte: Jornal Nacional/G1
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sábado, 24 de novembro de 2012
Site da Prefeitura: Secretaria de Meio Ambiente começa pré-operação de verão nas cachoeiras de Magé
Com o objetivo de conscientizar e sensibilizar moradores e comerciantes que estão próximos às cachoeiras de Magé, as equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente foram nesta sexta-feira (23) na Cachoeira Grande, Cachoeirinha, Poço do Tamanqueiro e no Batatal, distribuindo material informativo e explicando sobre os cuidados com o meio ambiente.
Equipes de educação ambiental, fiscais do meio ambiente e guardas ambientais, se reuniram em uma força tarefa para incentivar a população a proteger as cachoeiras mageenses. “O primeiro trabalho que estamos fazendo é de informação e de educação ambiental, para que a partir de dezembro possamos começar o trabalho de fiscalização”, explicou o secretário Leandro Vidal.
A partir de dezembro, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente começará a fiscalização nos locais que são mais frequentados no verão. A medida abrangerá banhistas, comércios, e transportes coletivos que chegarem às cachoeiras. O principal objetivo é conter o uso de vasilhames (que é proibido) e material que possam apresentar riscos aos banhistas e o excesso de ônibus. As excursões devem apresentar autorização expedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente para vir ao município.
Para adquirir uma autorização basta procurar o setor de Protocolo da Prefeitura Municipal de Magé, quitar uma Taxa de Credenciamento e uma de Visitação (caso já seja credenciado, o grupo pagará somente a Taxa de Visitação), e pegar a autorização na Secretaria de Meio Ambiente.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Mapa dos Bairros do Sexto Distrito de Magé, Vila Inhomirim
| Sexto Distrito |
| Região: Bongaba |
| Região: Parque Estrela |
| Centro do Sexto Distrito |
| Região: Piabetá |
| Região: Fragoso |
| Região: Raiz da Serra |
| Bairro: Pau Grande |
| "Divisa" de Piabetá e Fragoso |
| Parte do Centro de Piabetá |
| Região: Piabetá |
| Região: Maurimárcia (Parque Santana: Forúm, 66ª DP e UPA 24H) |
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Site da Prefeitura: Cemitérios são revitalizados para o feriado de Finados
Os cemitérios do município passaram por obras de revitalização, assim como no ano passado. Profissionais da Secretaria de Serviços Públicos recuperaram muros e túmulos, realizaram a limpeza dos locais, e pintura das sete unidades, de acordo com o secretário do órgão, João Carlos da Silva.
Magé tem sete cemitérios: Magé I e II, Santo Aleixo, Suruí, Raiz da Serra, Mauá e Bongaba e todos estarão prontos para a visitação das famílias e amigos que desejam prestar homenagem no Dia de Finados aos entes queridos sepultados na cidade. As obras começaram há dois meses e fazem parte das ações de preservação dos espaços públicos para proporcionar conforto, segurança e tranquilidade.
![]() |
| Cemitério Nossa Senhora da Piedade II, em Magé |
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
R7 faz reportagem sobre o nosso trem: Conheça o "Trem Fantasma" que circula no Ramal de Vila Inhomirim
Composições antigas têm marcas de ferrugem, paredes descascadas e goteiras
Os relatos são de passageiros que utilizam o meio de transporte todos os dias para ir de casa ao trabalho. O R7 publica nesta terceira reportagem da série sobre a rede ferroviária do Rio a experiência do analista de sistemas Carlos Henrique Machado, morador de Piabetá.
O trem "Maria Fumaça" parece trafegar a 20 km/h e o maquinista para ao menos seis vezes durante o percurso para mudar a rota manualmente, tarefa feita nos trens novos de modo automático pelo Centro de Controle Operacional da Supervia (concessionária responsável pelos trens no Rio). A viagem de Piabetá até Saracuruna demora 40 minutos, em um trecho que não chega a ter 15 km.
Segundo a Supervia, os trechos Saracuruna-Vila Inhomirim e Saracuruna-Guapimirim receberão investimentos de R$ 50 milhões até 2017. A quantia será investida na reforma de carros e locomotivas, revitalização da via (substituição de trilhos e dormentes) e adequação de estações.
Sair da Baixada Fluminense de trem não é fácil, muito menos confortável. As viagens das estações Guapimirim e Vila Inhomirim até Saracuruna, em qualquer horário, são feitas por composições da década de 1960, movidas a diesel.
O tempo de existência não seria o problema, caso todos os trens fossem reformados. As composições são velhas, enferrujadas, sem refrigeração ou adaptações para deficientes físicos. O sistema é tão precário, que os trens ganharam o apelido de "Trem Fantasma" e "Maria Fumaça".
Os relatos são de passageiros que utilizam o meio de transporte todos os dias para ir de casa ao trabalho. O R7 publica nesta terceira reportagem da série sobre a rede ferroviária do Rio a experiência do analista de sistemas Carlos Henrique Machado, morador de Piabetá.
A viagem no "Trem Fantasma" ou "Maria-Fumaça"
Pego o "Trem Fantasma" bem cedinho, às 6h, horário de rush, na estação de Piabetá, em Magé. Vou apertado, com muito calor, impaciente para chegar até a estação de Saracuruna. Lá, embarco em outro trem e sigo até Triagem, na zona norte da capital fluminense.
O trem "Maria Fumaça" parece trafegar a 20 km/h e o maquinista para ao menos seis vezes durante o percurso para mudar a rota manualmente, tarefa feita nos trens novos de modo automático pelo Centro de Controle Operacional da Supervia (concessionária responsável pelos trens no Rio). A viagem de Piabetá até Saracuruna demora 40 minutos, em um trecho que não chega a ter 15 km.
Em dias de chuva, chega a ser impossível entrar nas composições. Goteiras e poças d’água tomam conta da entrada e dos assentos. E não há nenhum funcionário para retirar a água ou mesmo limpar os bancos para os passageiros sentarem.
As marcas de ferrugem nas janelas e paredes revelam quão antigos são os trens. O sistema a diesel denuncia a falta de investimento da Supervia neste caminho tão importante para a população, que já foi rota de comércio na época do Império.
Usuários de drogas e animais circulam livremente pelos trilhos, principalmente à noite, quando as estações ficam abandonadas. Não há muros e cercas para evitar a invasão.
A falta de sinalização entre as estações de Piabetá e Manoel Belo já provocou uma série de acidentes. Os passageiros muitas vezes são obrigados a atravessar pela linha férrea, já que as passarelas são antigas e precisam de reformas emergenciais, pois correm o risco de desabar a qualquer momento.
Supervia promete mudanças até 2017
O diretor de Operações da Supervia, João Gouveia, diz que a concessionária pretende levar o trem elétrico até Vila Inhomirim. Antes disso, a empresa faz um estudo de viabilidade técnica e econômica para definir como isso será possível.
Supervia promete mudanças até 2017
O diretor de Operações da Supervia, João Gouveia, diz que a concessionária pretende levar o trem elétrico até Vila Inhomirim. Antes disso, a empresa faz um estudo de viabilidade técnica e econômica para definir como isso será possível.
Segundo a Supervia, os trechos Saracuruna-Vila Inhomirim e Saracuruna-Guapimirim receberão investimentos de R$ 50 milhões até 2017. A quantia será investida na reforma de carros e locomotivas, revitalização da via (substituição de trilhos e dormentes) e adequação de estações.
Segundo a concessionária, duas composições (com três carros cada) foram reformadas em 2011. Outra composição de três carros será entregue em janeiro do próximo ano, quando também serão finalizadas as obras de adequação das estações Vila Inhomirim, Fragoso e Saracuruna.
Neste ano, entrou em circulação a primeira locomotiva modernizada. De acordo com a Supervia, outras três estão sendo reformadas e começam a operar em dezembro.
Neste ano, entrou em circulação a primeira locomotiva modernizada. De acordo com a Supervia, outras três estão sendo reformadas e começam a operar em dezembro.
Fonte: R7
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sábado, 27 de outubro de 2012
Magé recebe projeto de ecoturismo e adere ao Conselho do PARNASO
O território mageense se abre ao ecoturismo e é parte do projeto Caminhos da Serra do Mar, do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO). O município também aderiu ao Conselho Consultivo do PARNASO em reunião realizada na última semana, na subsede do órgão em Guapimirim.
‘Caminhos da Serra do Mar’ é o resultado da união das trilhas do PARNASO. Um projeto voltado para amantes do ecoturismo que está em processo de desenvolvimento por uma equipe formada por monitores ambientais, montanhistas e coordenadores voluntários que estão visitando as localidades que fazem parte da malha de vias que compõem o trajeto de 68Km, com início no distrito de Vila Inhomirim, na trilha do Caminho do Ouro em Raiz da Serra. “Esse projeto é de grande importância, estamos colocando o município de Magé no Circuito de Ecoturismo, onde podemos receber turistas de todo o Brasil e do exterior, que além de desfrutar de nossas belezas naturais, contribuirão com a geração de trabalho e renda de forma sustentável”, destacou Leandro Vidal, secretário municipal de Meio Ambiente.
O projeto foi apresentado por Leandro Goulart, chefe do parque, que mostrou o caminho desde o ponto inicial em Magé que segue até Petrópolis pela Serra Velha, e passa pelos municípios de Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Cachoeiras de Macacu e Casimiro de Abreu. A estimativa é que o trajeto dure cerca de seis dias, e vai contar com pontos de apoio, trilhas seguras e sinalizadas. Segundo o planejamento, a previsão de abertura do circuito é em janeiro de 2013.
Município busca fortalecer trabalho conjunto com o PARNASO
Para aproximar e fortalecer o relacionamento com o município de Magé, a equipe técnica de Meio Ambiente também defendeu a instalação de uma subsede do PARNASO na cidade, no distrito de Santo Aleixo.
Magé faz parte da área de abrangência do órgão juntamente com Teresópolis, Petrópolis e Guapimirim. O Conselho Consultivo do PARNASO é responsável pelo planejamento, execução, implementação de ações e gestão de recursos do parque, bem como fiscalização do cumprimento das regulamentações de moradia e intervenções humanas. Questões como a redução dos impactos provocados por construções irregulares em unidades de conservação são levadas à pauta das reuniões que também contam com a participação de representantes da comunidade. O próximo encontro do Conselho Consultivo do PARNASO está programado para dezembro.
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
TRE-RJ apreende 52 carros de som e placas irregulares em Magé
Em operação determinada pelo juiz da 148ª ZE de Magé, Orlando Eliazaro Feitosa, a equipe de fiscalização do TRE-RJ apreendeu, na manhã desta quinta-feira, dia 16, mais de uma tonelada de placas irregulares de diversos candidatos aos cargos de prefeito e vereador. Além disso, os fiscais recolheram, apenas nos últimos quatro dias, 52 carros de som que trafegavam em desrespeito à legislação eleitoral.
A medida decorre de deliberação do magistrado quanto à tolerância zero a esses veículos, segundo o chefe da equipe de fiscalização e chefe de cartório da 148ª ZE, Wagner Leandro Rabello Junior. De acordo com Wagner, os veículos trafegavam, com o som ligado, a menos de 200 metros de escolas, hospitais e do próprio cartório eleitoral, bem como de outros prédios públicos.
A operação desta manhã se concentrou nos bairros de Piabetá, Fragoso, Pau Grande, Raiz da Serra e Praia de Mauá. Em Piabetá e Fragoso, houve correria por parte de cabos eleitorais que tentavam desamarrar placas afixadas em bens públicos, como postes, árvores e jardins. Além disso, havia placas abandonadas em calçadas, obstruindo a passagem de pedestres, algumas em tamanho superior ao limite permitido por lei, que é de quatro metros quadrados.
As placas apreendidas lotaram três caminhões cedidos pela Prefeitura local. Os carros de som foram levados para o Depósito Público de Magé.
A medida decorre de deliberação do magistrado quanto à tolerância zero a esses veículos, segundo o chefe da equipe de fiscalização e chefe de cartório da 148ª ZE, Wagner Leandro Rabello Junior. De acordo com Wagner, os veículos trafegavam, com o som ligado, a menos de 200 metros de escolas, hospitais e do próprio cartório eleitoral, bem como de outros prédios públicos.
A operação desta manhã se concentrou nos bairros de Piabetá, Fragoso, Pau Grande, Raiz da Serra e Praia de Mauá. Em Piabetá e Fragoso, houve correria por parte de cabos eleitorais que tentavam desamarrar placas afixadas em bens públicos, como postes, árvores e jardins. Além disso, havia placas abandonadas em calçadas, obstruindo a passagem de pedestres, algumas em tamanho superior ao limite permitido por lei, que é de quatro metros quadrados.
As placas apreendidas lotaram três caminhões cedidos pela Prefeitura local. Os carros de som foram levados para o Depósito Público de Magé.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Trajeto feito pela primeira locomotiva a vapor do Brasil, em Magé, será reativado
28/04/12 11:15
A Estrada de Ferro Príncipe do Grão-Pará, fundada em 30 de abril de 1854, em Magé, na Estação Guia de Pacobaíba e cuja data de inauguração é comemorada até hoje, no dia do Aniversário da Baixada, será reativada. Amanhã, será lançado o "trilho fundamental", o pontapé inicial da obra de revitalização do trajeto, que representou um marco na história de desenvolvimento do país.
De presente, a cidade ganhará uma réplica da primeira locomotiva a vapor no Brasil, a "Baroneza", que circulou pela primeira vez, na inauguração da estrada de ferro, em 1854. O evento está previsto para às 9 horas, na estação Guia de Pacobaíba, em Magé.
A reprodução da Baroneza foi feita por Moyses Naime Neto, de 59 anos, um lanterneiro de carros apaixonado por locomotivas, que cresceu no meio dos ferroviários. Seu avô, Domingos Torres, era o maquinista de confiança do presidente:
— Se Getúlio Vargas precisasse percorrer a região sobre os trilhos, era o meu avô que ele chamava — conta orgulhoso.
Membro da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária, Moyses está na sua terceira réplica. Na primeira, ele reproduziu o veículo, a vapor, em que o avô trabalhava, e a vendeu para um hotel. O dinheiro o ajudou na compra da casa própria, em Caxias.
A segunda foi produzida para o filme "Mauá, o imperador e o rei".
— Com motor de Opala, a Baroneza do filme chegou a percorrer cerca de seis quilômetros — explica o lanterneiro.
Moyses levou seis meses para concluir a cópia da Baroneza — ao custo de R$ 32 mil — que ficará exposta na Fundação Educacional e Cultural de Magé, junto à estrada de ferro.
Termo de cooperação técnica une esforços para a restauração
Para reativar a primeira estrada de ferro, os governos municipal e estadual assinaram um termo de cooperação técnica e vão unir esforços para garantir a restauração. O estudo de viabilização, feito pelo engenheiro Helio Suevo Rodriguez, tem como objetivo reduzir o tempo de viagem e acelerar o desenvolvimento das três cidades: Rio, Magé e Petrópolis.
Segundo o estudo, a primeira etapa das obras é reativar o trecho de Guia de Pacobaíba até Bongaba, no entroncamento da Rodovia Rio-Teresópolis, uma extensão de sete quilômetros.
— A primeira etapa ficará em torno de R$ 55 milhões — comenta Helio.
Durante 72 anos, a integração barco-trem foi a principal ligação entre o Rio de Janeiro e Petrópolis. O local era a principal via de escoamento de cargas, por onde entravam as divisas, que modificaram a região. Agora, o objetivo é impulsionar o turismo com a ligação Rio-Petrópolis em uma hora e 20 minutos.
Fonte: Extra Online
A Estrada de Ferro Príncipe do Grão-Pará, fundada em 30 de abril de 1854, em Magé, na Estação Guia de Pacobaíba e cuja data de inauguração é comemorada até hoje, no dia do Aniversário da Baixada, será reativada. Amanhã, será lançado o "trilho fundamental", o pontapé inicial da obra de revitalização do trajeto, que representou um marco na história de desenvolvimento do país.
De presente, a cidade ganhará uma réplica da primeira locomotiva a vapor no Brasil, a "Baroneza", que circulou pela primeira vez, na inauguração da estrada de ferro, em 1854. O evento está previsto para às 9 horas, na estação Guia de Pacobaíba, em Magé.
A reprodução da Baroneza foi feita por Moyses Naime Neto, de 59 anos, um lanterneiro de carros apaixonado por locomotivas, que cresceu no meio dos ferroviários. Seu avô, Domingos Torres, era o maquinista de confiança do presidente:
— Se Getúlio Vargas precisasse percorrer a região sobre os trilhos, era o meu avô que ele chamava — conta orgulhoso.
Membro da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária, Moyses está na sua terceira réplica. Na primeira, ele reproduziu o veículo, a vapor, em que o avô trabalhava, e a vendeu para um hotel. O dinheiro o ajudou na compra da casa própria, em Caxias.
A segunda foi produzida para o filme "Mauá, o imperador e o rei".
— Com motor de Opala, a Baroneza do filme chegou a percorrer cerca de seis quilômetros — explica o lanterneiro.
Moyses levou seis meses para concluir a cópia da Baroneza — ao custo de R$ 32 mil — que ficará exposta na Fundação Educacional e Cultural de Magé, junto à estrada de ferro.
Termo de cooperação técnica une esforços para a restauração
Para reativar a primeira estrada de ferro, os governos municipal e estadual assinaram um termo de cooperação técnica e vão unir esforços para garantir a restauração. O estudo de viabilização, feito pelo engenheiro Helio Suevo Rodriguez, tem como objetivo reduzir o tempo de viagem e acelerar o desenvolvimento das três cidades: Rio, Magé e Petrópolis.
Segundo o estudo, a primeira etapa das obras é reativar o trecho de Guia de Pacobaíba até Bongaba, no entroncamento da Rodovia Rio-Teresópolis, uma extensão de sete quilômetros.
— A primeira etapa ficará em torno de R$ 55 milhões — comenta Helio.
Durante 72 anos, a integração barco-trem foi a principal ligação entre o Rio de Janeiro e Petrópolis. O local era a principal via de escoamento de cargas, por onde entravam as divisas, que modificaram a região. Agora, o objetivo é impulsionar o turismo com a ligação Rio-Petrópolis em uma hora e 20 minutos.
Fonte: Extra Online
sábado, 7 de abril de 2012
Pioneirismo do Barão de Mauá trouxe a modernidade ao país nos trilhos do trem
Assistam esse vídeo (versão original), que conta um pouco da história da Primeira Estrada de Ferro do Brasil. Especial do Globo Repórter - Brasil sobre trilhos, exibido no dia 06 de abril de 2012.
terça-feira, 13 de março de 2012
A nossa Estação Ferroviária
| E. F. Leopoldina (1888-1975) RFFSA (1975-1997) Supervia (1997-2012) | ||||||||||||||
Município de Magé, RJ | ||||||||||||||
| Linha do Norte - km 44,932 (1960) | RJ-1946 | |||||||||||||
| Inauguração: Abril de 1888 | ||||||||||||||
| Uso atual: estação de trens metropolitanos com trilhos | ||||||||||||||
| Data de construção do prédio atual: n/d HISTORICO DA LINHA: A linha que unia o centro do Rio de Janeiro a Petrópolis e Três Rios foi construída por empresas diferentes em tempos diferentes. Uma pequena parte dela é a mais antiga do Brasil, construída pelo Barão de Mauá em 1854 e que unia o porto de Mauá (Guia de Pacobaíba) à estação de Raiz da Serra (Vila Inhomirim). O trecho entre esta última e a estação de Piabetá foi incorporada pela E. F. Príncipe do Grão Pará, que construiu o prolongamento até Petrópolis e Areal entre os anos de 1883 e 1886. Finalmente a estação de Areal foi unida à de Três Rios em 1900, já pela Leopoldina. Finalmente, o trecho entre o a estação de São Francisco Xavier, na Central do Brasil, e Piabetá foi entregue entre 1886 e 1888 pela chamada E. F. Norte, que neste último ano foi comprada pela R. J. Northern Railway. Finalmente, em 1890, a linha toda passou para o controle da Leopoldina. Em 1926 a linha foi estendida finalmente até a estação de Barão de Mauá, aberta nesse ano, eliminando-se a baldeação em São Francisco Xavier. O trecho entre Vila Inhomirim e Três Rios foi suprimido em 5 de novembro de 1964. Segue operando para trens metropolitanos todo o trecho entre o centro do Rio de Janeiro e Vila Inhomirim. A ESTAÇÃO: "A linha da E. F. Mauá saia de Guia de Pacobaíba, e primeiro cruzava em Bongaba com a linha da Leopoldina que ia para Magé e era a linha que vai para Campos - a linha que contorna a baia da Guanabara ate hoje - dai ela seguia na direção de Piabetá para se encontrar com antiga Linha do Norte, hoje operada pela Supervia/Central. ACIMA: Estação de Piabetá e pátio, em janeiro de 2010, tomada sentido Vila Inhomirim (Foto Julio Cesar da Silva). (Fontes: http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_rj_petropolis/piabeta.htm) | ||||||||||||||
sexta-feira, 9 de março de 2012
Problemas no Transporte Público
Após a mudança da empresa de transporte rodoviário no município, da Alfa Rodobus para TREL, houve uma grande melhoria no serviço. Entretanto, a atual empresa e os passageiros estam começando a cometer os mesmos erros. E o principal deles (para o Sexto Distrito) é a superlotação nos itinerários Pau Grande X Magé e Raiz da Serra X Magé.
As duas linhas passam pelas principais paradas de ônibus do Sexto Distrito, pela entrada Maúa, Suruí, Conceição, por Santa Dalila e muitos outros bairros, e isto aumenta o número de passageiros dessas linhas.
Os principais problemas:
1° Quem sai de Pau Grande/Raiz da Serra e vai para o Centro do município tem que ter muita paciência e ir para o ponto mais cedo, pois a viagem é longa. Em torno de no minímo 60 min.
2° Ao chegar na Rodoviária de Piabetá, os problemas aumentam:
a - Muitas pessoas que descem em pontos no meio do caminho utilizam as duas linhas;
b - Os motoristas sempre esperam um pouco mais do que o normal para sairem;
c - Algumas vezes há ônibus que partem de Piabetá.
3° A viagem atrasado mais ainda pois o ônibus, lotado, vai parando em vários pontos.
O culpa não é só da Empresa e do Governo, nós também temos que fazer nossa parte, devemos utilizar as linhas correspondentes, por exemplo, quem for descer na entrada de Maúa pode utilizar o Ypiranga X Piabetá. Caso a linha sitada ou qualquer outra esteja com algum problema a solução seria usar Pau Grande/Raiz da Serra X Magé (sem outra opção viável para quem está com pressa), ou simplesmente reclamar no e-mail/telefone da empresa, no do blogue ou da prefeitura:
TREL: (21) 2677-5150 - contato@trel.com.br
Prefeitura: (21) 2633-2090 / 2044 / 2052 - magedetodos@gmail.com
Enviei um e-mail ao prefeito, no dia 03/01/2012, antes que aumentasse o número de passageiros:
Nestor Vidal
| Fonte: http://onibusbrasil.com/empresas/770/TREL%20-%20Transturismo%20Rei/ |
| Fonte: http://onibusbrasil.com/empresas/770/TREL%20-%20Transturismo%20Rei/ |
Os principais problemas:
1° Quem sai de Pau Grande/Raiz da Serra e vai para o Centro do município tem que ter muita paciência e ir para o ponto mais cedo, pois a viagem é longa. Em torno de no minímo 60 min.
2° Ao chegar na Rodoviária de Piabetá, os problemas aumentam:
a - Muitas pessoas que descem em pontos no meio do caminho utilizam as duas linhas;
b - Os motoristas sempre esperam um pouco mais do que o normal para sairem;
c - Algumas vezes há ônibus que partem de Piabetá.
3° A viagem atrasado mais ainda pois o ônibus, lotado, vai parando em vários pontos.
O culpa não é só da Empresa e do Governo, nós também temos que fazer nossa parte, devemos utilizar as linhas correspondentes, por exemplo, quem for descer na entrada de Maúa pode utilizar o Ypiranga X Piabetá. Caso a linha sitada ou qualquer outra esteja com algum problema a solução seria usar Pau Grande/Raiz da Serra X Magé (sem outra opção viável para quem está com pressa), ou simplesmente reclamar no e-mail/telefone da empresa, no do blogue ou da prefeitura:
TREL: (21) 2677-5150 - contato@trel.com.br
Prefeitura: (21) 2633-2090 / 2044 / 2052 - magedetodos@gmail.com
Enviei um e-mail ao prefeito, no dia 03/01/2012, antes que aumentasse o número de passageiros:
Sr. Prefeito Com a mudança da empresa de transporte público, na cidade, a atual empresa necessita de dados para melhor atender a demanda de passageiros.
O Sr. poderia disponibilizar agentes para uma
pesquisa nos terminais e principais pontos de ônibus da cidade,
com os seguintes itens: Qual os destinos mais frequentes ? Qual os horários mais frequentes ? Dessa forma, a empresa poderia organizar
melhor os horários e números de veículos de determinados percursos. E também criar números para as linhas fixas, como nos demais locais da Região Metropolitana. E criação de mais duas linhas: Magé X Saco e Piabetá X Pau Grande (Via Ilha). Para diminuir a dependência do transporte alternativo. Caso o Sr. não seja responsável por esse assunto, por favor repasse-o para o responsável. Desde já agradeço.
Obs: Não sou contra o Transporte Alternativo, só quis dizer que as pessoas que o
utilizam depende do dia e da hora que os motoristas podem trabalhar.
E o transporte alternativo serve para suplementar o público,
e nesse caso quem vai suplementar o Alternativo?
| Fonte: http://onibusbrasil.com/empresas/770/TREL%20-%20Transturismo%20Rei/ |
Bem, espero que ponha em pratica a sugestão.
Resposta do prefeito, no dia 10/01/2012:
Paulo, gostei muito da sua idéia e estarei repassando ao Sec. de Transporte, Kennedy, para avaliação. Vale lembrar que a empresa TREL está com um contrato emergencial conosco, e caso não atenda a população de forma digna, trocaremos de novo.
Um abraço,
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Local:
Magé - RJ, Brasil
domingo, 27 de setembro de 2009
Saiba mais sobre Piabetá
O Sexto Distrito está localizado próximo à Serra dos Órgãos, contando com aproximadamente 97.510 habitantes, e com uma área de 49,4 Km². Sendo o mais populoso do município de Magé.
Piabetá é uns dos principais centros comerciais da região de toda Magé e os Distritos de Imbariê e Xerém (Duque de Caxias), concentrando também o maior número de grandes empresas e emprego.
A Primeira Ferrovia do Brasil, hoje abandonada e parcialmente destruída, que ligava Guia de Pacobaíba a Petrópolis, corta Piabetá, somente o trecho entre Piabetá e Raiz da Serra(Vila Inhomirim) foram preservados e são atualmente utilizados pela SuperVia.
Acessos à Piabetá e a outros bairros do Sexto Distrito:
- Estrada Municipal - Parte da Rua Guarani/Rua Amazonas (no Centro de Piabetá) em direção aos 1° (Magé), 2° (Santo Aleixo) e 3°( Rio D'Ouro) Distritos.
- Avenida Automóvel Clube/Avenida Governador Roberto Silveira - Umas das principais vias do distrito de Imbariê, em Duque de Caixas, e do bairro de Fragoso.
- Avenida Prefeito Olívio Matos(Rua Coronel Cisson em Imbariê) - Via paralela a estrada de ferro, tem início no retorno da Rio-Teresópolis de Imbariê.
- Avenida Santos Dumont/Rodovia Rio-Teresópolis - No sentido Rio de Janeiro, acesso antes do Pedágio principal da CRT, em Bongaba. No sentido Teresópolis é necessário fazer retorno em Suruí.
Em Piabetá há garagens da Transportes Machado e da Auto Ônibus Vera Cruz. E há uma rodoviária, o Terminal Rodoviário Renato Cozzolino, donde partem ônibus municipais e intermunicipais (Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias, Belford Roxo, Petrópolis, Rio de Janeiro, Teresópolis e São Paulo).
Empresas de Ônibus:
- TREL/Iluminada;
- Machado;
- Vera Cruz;
- União;
- Salutaris; e
- Expresso Rio de Janeiro/Rio Minho.
O "símbolo" de Piabetá é a Praça Sete de Setembro, uma das maiores do município. Nela são realizados eventos e fica localizado uma parte do camelódromo de Piabetá.
As principais vias dos bairros próximos a Piabetá e do mesmo são:
- Avenida Santos Dumont;
- Rua Guarani;
- Rua Paulo Lavoier (Rua Japonês);
- Rua Arthur Rodrigues Loivos;
- Avenida Caioaba;
- Avenida Governador Roberto Silveira;
- Rua Nossa Senhora da Guia;
- Avenida Automóvel Club;
- Avenida Prefeito Olívio Matos/Avenida José Ullman Junior (paralelas à linha férrea); e
- Rua Expedicionário Otacílio Ramos (Rua J).
No 6° Distrito fica localizado a 66ª Delegacia da Polícia, no Parque Santana, e um Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO), na Praça Sete de Setembro.
Serviços:
- Cartório Civil - no Village Shopping, Rua Brasil.
- Comarca Vila Inhomirim (Fórum) - Avenida Santos Dumont (Parque Santana).
- Cartório Eleitoral da 148° Zona Eleitoral - Rua Mario de Brito.
- Hospital Municipal Vereador Hugo Braga - Avenida Santos Dumont.
- Secretária Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos - Avenida Caioaba
- Ampla - Av. Gov. Roberto Silveira.
- Secretária Municipal de Trabalho, Emprego, Renda e Defesa do Consumidor - 1° Módulo da Rodoviária.
- Casas Lotéricas - Rua Brasil, Rua Paulo Lavoier e Rua Guarani.
- Agências Bancárias: Banco do Brasil - Av. Gov. Roberto Silveira; Itaú - Rua Caioaba; Bradesco - Rua São Fidélis; Santander e HSBC - Av. Santos Dumont (Todos localizados no Centro, com exceção do Banco do Brasil, que fica na Vila Carvalho).
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