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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Até no Jornal Nacional: Primeira ferrovia do Brasil está esquecida e abandonada


Na estrada, a placa informa a existência de um marco na história do país. Alguns metros adiante, ainda é possível ver a linha de trilhos, engolida pelo matagal.
A ferrovia foi construída em 1854. Quando fez 100 anos, em 1954, foi tombada pelo patrimônio histórico. De lá para cá são quase 60 anos do mais completo abandono. A primeira ferrovia do Brasil foi atropelada pela modernidade. Soterrada pelo asfalto.
Em um trecho, a linha do trem desaparece debaixo da rodovia.  A ferrovia é obra de Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá.  O traçado original, com 14,5 quilômetros, ligava Inhomirim, base da Região Serrana do Rio, à Baía de Guanabara.
A linha foi criada para levar o café produzido no Vale do Paraíba ao cais de Magé e, de lá, de barco ao porto do Rio de Janeiro.
“É uma estrada importante porque chegaria mais rápido, escoaria produtos, subindo e descendo com esses produtos de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro”, avalia o historiador Carlos Gabriel Guimarães.
Do cais, restam os pilares, quase todos destruídos. A primeira estação ainda está de pé.  Em frente a ela, uma réplica da primeira locomotiva.
Tudo isso pertencia a Rede Ferroviária Federal até 1998, quando foi entregue à prefeitura de Magé  e ao Instituto do Patrimônio Histórico. A área em torno foi alugada a uma empresa de tubulação e ocupada por moradias irregulares.  A estação virou um depósito.
“Até o fim de maio a gente vai estar com segurança armada para ocupar os terrenos com cerca e com a contratação de um escritório de arquitetura, para estabelecer o perímetro de tombamento”, afirma Cristina Lodi, superintendente do Iphan.
Há 30 anos, a Associação de Preservação Ferroviária tenta convencer as autoridades a  reativar o caminho de ferro. “O que nós queremos mais tarde é tentar enquadrar este projeto na Lei Rouanet, lei dos incentivos fiscais, para aí sim, conseguir de grandes empresas, que tem interesse na preservação e na memória do Brasil para poder aplicar recursos nesta ferrovia  abater do imposto de renda, e reativar. Porque só assim a gente vai conseguir reativar”, explica Antonio Pastori, associação de preservação ferroviária.
Veja o vídeo neste link.
Fonte: Jornal Nacional/G1

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Número de mortos chega a 14 após acidente de ônibus na Rio-Teresópolis, diz Viação 1001


A Viação 1001 informou na tarde desta terça-feira (23) que são 14 os mortos em consequência do grave acidente com o ônibus da empresa na altura do km 102 na Rodovia Rio-Teresópolis (BR-116), na altura de Guapimirim, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, na segunda-feira (22).
(Correção: Por volta das 11h, a Viação 1001 havia informado que o número de mortos chegava a 15, incluindo uma pessoa que estava internada no Hospital Miguel Couto, no Rio. Mas, por volta das 12h30, corrigiu a informação para 14 mortos.)
Ainda de acordo com a 1001, outra que estava no Hospital Geral de Saracuruna, na Baixada Fluminense, morreu logo após dar entrada na unidade ainda na segunda-feira.
A Secretaria de Saúde do município do Rio informou, por volta das 11h50, que os dois pacientes que deram entrada no Miguel Couto após o acidente permaneciam internados.
De acordo com boletim divulgado também nesta manhã pelo Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano (HCTCO), morreram três dos 16 pacientes que deram entrada na unidade: Guiomar Pereira da Silva, José Severino da Silva e Márcio Luis Ramos. Outros dez mortos foram encaminhados para o Instituto Médico-Legal (IML) da capital do Rio de Janeiro, segundo a Polícia Civil.
Por volta das 9h30, a Polícia Civil informou que seis corpos já foram identificados e retirados do IML por familiares. São eles: José Neves Mota, Edes Moraes da Silva, Charles Estellita André, Maria Aparecida Mota Neves; Ilma da Silva Florido e Lúcia Florido Turques da Silva. Também foram divulgados os nomes de Jussara Nelon Magacho e Osvaldo Wilson Dias da Costa, que continuam no IML. Outros dois corpos, de um homem - que seria do motorista Eduardo Fernandes, de 44 anos - e de uma mulher seguem sem identificação.
Filho ainda não sabe da morte dos pais
O filho de um casal que morreu no acidente ainda não sabe que os pais morreram no acidente. De acordo com Sandro Henrique da Silva, 36 anos, primo do casal Edes Moraes da Silva e Lúcia Florindo Turques da Silva, o menino de 14 anos, que viajava com os pais, sofreu escoriações leves e está internado em um hospital de Teresópolis. “Vamos ter que preparar ele”, afirmou Sandro. Segundo ele, a família tinha passado o final de semana em Itaperuna, no Norte do Estado, e voltava para casa em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, quando aconteceu o acidente.
De acordo com Sandro, a família ainda não pensa em quais medidas tomar a respeito do acidente. “Isso a gente não vai pensar agora, nós primeiro queremos consolar as outras pessoas”, afirmou.  Segundo o rapaz, Ilma da Silva Florido, que também morreu no acidente, pertencia a família.
Segundo informações da viação 1001, 15 pessoas continuavam internadas por volta das 12h30 desta terça. Das vítimas, 13 estavam no Hospital das Clínicas de Teresópolis. Outras duas estão internadas no Hospital Miguel Couto. Já o passageiro que foi encaminhado para o Hospital de Guapimirim recebeu alta.
No momento do acidente, segundo a diretora do Hospital das Clínicas de Teresópolis, Rosane Rodrigues Costa, muitas pessoas estavam em pé dentro do ônibus. “Eles contam que sentiram um cheiro de borracha queimada e aí ficou um pânico no ônibus. Os que estavam na frente, saíram, levantaram e foram para a parte do meio e final do ônibus, em pé. Na hora do impacto, as pessoas estavam em pé, estavam soltas, e isso agravou ainda mais o acidente”, contou.
Técnicos tiveram dificuldade para retirar ônibus do local
Doze horas depois do acidente, técnicos ainda trabalhavam na Rodovia Rio-Teresópolis para retirar o ônibus da ribanceira. O ônibus só foi retirado no final da madrugada desta terça-feira. A operação cuidadosa, que envolveu cerca de 40 pessoas, começou depois da remoção do último corpo, o do motorista. A rodovia Rio-Teresópolis permaneceu com meia pista interditada e técnico desceram na mata para fixar cabos de aço ao veículo. Foi necessária a força de três guinchos grandes para começar a puxar o ônibus lentamente.
No caminho, árvores foram serradas para facilitar os trabalhos. A violência do acidente deixou o veículo totalmente destruído e os técnicos precisaram reposicionar os guinchos várias vezes. Foram mais de 40 minutos de tentativas, até que a rodovia foi fechada nos dois sentidos e o ônibus voltou a ser puxado para a pista.
O trabalho dos técnicos ficou ainda mais difícil porque as rodas traseiras estavam travadas e, em função disso, eles não conseguiam arrastar o ônibus. O problema só foi resolvido perto das 4h da manhã. Agentes ainda limparam a pista, antes de ser totalmente liberada.
Falha no freio 
Peritos de Polícia Civil investigam se o ônibus, que caiu em uma ribanceira, teria perdido o freio antes do acidente. A falha técnica também é uma das hipóteses da causa do acidente, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A outra possibilidade é a de o motorista, que também morreu, ter passado mal.
A linha de investigação da PRF é baseada em relatos de testemunhas, que viram o ônibus, da empresa Auto Viação 1001, descer a serra na contramão, com o alerta ligado. A técnica de enfermagem Sônia Tambara e o aposentado Sebastião Tambara seguiam de carro para Teresópolis quando viram o ônibus descer a serra na contramão. Sebastião diz que desviou, mas mesmo assim o ônibus bateu na lateral do seu carro. O casal fez o retorno para ir atras do ônibus e tentar pará-lo, mas não achou mais o coletivo na estrada. "Descemos a serra até a delegacia e ao chegar lá fomos saber do acidente", contou Sônia. "A gente ia bater de frente. Descemos rezando o terço juntos."
Ônibus que saiu de Itaperuna tomba na Rio-Teresópolis e deixa mortos (Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo)Frente do ônibus destruiído entre as árvores (Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo)
Segundo peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli, o tacógrafo, que registra a velocidade do ônibus, marcava 80 km/h. A velocidade máxima permitida é de 60 km/h. A polícia também afirmou que não há marcas de freio.
Mapa da região do acidente com ônibus na Rio-Teresópolis (BR-116) (Foto: Editoria de Arte / G1)
O ônibus será levado para o pátio da empresa e lacrado ate a polícia ir ao local fazer uma perícia mais aprofundada. O caso foi registrado na 67ª DP (Guapimirim).
A 1001 informou que faz manutenção constante nos veículos e que vai investigar se o veículo acidentado havia tido o freio inspecionado recentemente. A companhia disse que vai divulgar o nome dos mortos nesta terça-feira (23) e disponibilizou para os parentes das vítimas telefones (0800 941 3334, (11) 5060-5610 e (11) 5069-1177) para informações sobre o estado de saúde dos internados.
O ônibus saiu da cidade de Itaperuna, no Noroeste Fluminense do Rio, às 9h da manhã desta segunda-feira (22) com 29 pessoas, segundo a 1001. A assessoria disse ainda que, na hora do acidente, o número de passageiros poderia ser maior, já que o ônibus parou em outras cidades, como Miracema, Santo Antonio de Pádua, Pirapetinga e Além Paraíba. O destino do veículo era o Rio de Janeiro, com chegada prevista para 16h.
Segundo a assessoria da BR-040, não há indícios de outro veículo envolvido no acidente (Foto: Reprodução / TV Globo)Segundo a assessoria da BR-116, não há indícios de outro veículo envolvido no acidente (Foto: Reprodução / TV Globo)Fonte: G1



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Site da Prefeitura: Investimento de US$ 400mi chega à Magé para gerar emprego e desenvolvimento


A Associação Comercial Industrial e Agrícola de Magé realizou uma cerimônia para receber mais um associado, a NSL Investimentos agora faz parte núcleo da ACIAMA. Para selar a parceria, o momento recebeu o Deputado Estadual Índio da Costa, representantes do governo municipal, e empresários do município que conheceram a proposta da empresa de criar um Pólo Industrial na cidade que poderá atingir o custo de R$ 400 milhões e gerar mais de 3 mil empregos diretos.

“Estamos prestigiando esse momento porque é um orgulho para a ACIAMA e para Magé receber um investimento dessa proporção”, disse o presidente da Associação Roberto Silva Siqueira, que recebeu o empresário Raul Pedroza Aguinaga, presidente da NSL. “É um prazer estar sendo recebido aqui pela ACIAMA, pelo deputado Índio da Costa, e pelo governo municipal. Há mais de 25 anos venho planejando montar um pólo em Magé, mas somente a atual administração apoiou com uma receptividade muito grande. O que vamos fazer ali é dar estrutura para que outras empresas venham também e tenham estrutura para se instalar”, explicou o empresário.


 
O deputado Índio da Costa participou do evento comemorando mais uma passo dado por Magé, “o Brasil tem dois problemas graves, o desemprego e a falta de mão-de-obra qualificada, e fico feliz com um passo que vai ajudar o município de Magé a melhorar isso. O local é estratégico, e o apoio do governo municipal foi fundamental, então quero propor ao Raul que em contrapartida direcionasse os empregos gerados para os mageenses e oferecesse capacitação, pedindo a cada empresa que viesse que também fizesse o mesmo”. O pedido gerou um acordo entre o presidente da NSL e o presidente da ACIAMA para que fosse criado no local do empreendimento a Casa de Capacitação, que será voltada para atender aos mageenses.

O empreendimento
O NBL Business Park - Magé é um empreendimento que integrará Indústria, Logística, Comércio e Serviços, localizado na BR-116, a Rodovia Rio-Teresópolis. O primeiro investimento intermodal da Grande Rio que será o elo de ligação entre a indústria e as cadeias de distribuição num mesmo local. Com mais de 1 bilhão de metros quadrados, localizado no trajeto do Arco Metropolitano, os investimentos totais serão superiores a R$ 400 milhões de reais.


sábado, 1 de setembro de 2012

Viaduto de Bongaba


A empresa PREMAG foi fundada em 1975 objetivando executar obras-de-arte especiais (pontes, viadutos, passarelas etc) e correntes (bueiros, canais etc), necessárias aos organismos ligados à construção de rodovias e ferrovias, utilizando concreto protendido e/ou armado, pré-fabricado em usina.
O pioneirismo nesse setor estende-se até aos dias atuais, envolvendo o Sistema 
PREMAG de Construções uma complexa engenharia, integrando as atividades de execução, transporte e montagem, onde são utilizados equipamentos próprios e especiais.
PREMAG já executou mais de 1000 obras nos estados da Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
O Sistema PREMAG oferece:
  • Segurança
  • Funcionalidade
  • Estética
  • Qualidade
  • Durabilidade
  • Economia
  • Rapidez
  • Pontualidade nos prazos de execução
Umas das principais obras:

[ clique para ampliar ]

Viaduto sobre a BR-116/RJLOCAL: Piabetá / Magé - RJ
ANO: 1998
COMPRIMENTO: 150,00 m
LARGURA: 6,70 m
CLIENTE FINAL: 
CRT / ANTT

Fonte: PREMAG

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Pedágio da Rodovia BR-116/RJ é reajustado - fica mais caro


O pedágio da Rodovia BR-116/RJ, trecho Além Paraíba – Teresópolis, explorado pela Concessionária Rio - Teresópolis S. A., vai ficar mais caro a partir do das 0 horas do dia 3 de setembro. A tarifa básica passa a custar R$ 12,20 para a praça do pedágio principal e R$ 8,50 para as praças de pedágio auxiliares.
Atualmente, o valor da praça de pedágio principal é de R$ 11,20 e o das praças de pedágio auxiliares R$ 7,80.
CRT - CONCESSIONÁRIA RIO TERESÓPOLIS S/A
RODOVIA BR-116/RJ
RIO-TERESÓPOLIS- ALÉM PARAÍBA
TARIFAS A PARTIR DE 0 HORA DE 03/09/12

PEDÁGIO PRINCIPAL - BONGABA

Categoria de
Veículo    
Tipo de veículo                                                  Número de eixosRodagemMult. da tarifaValores a serem praticados
1Automóvel,
caminhonete
e furgão
2Simples1R$ 12,20
2Caminhão leve,
ônibus,
caminhão-trator
e furgão
2Dupla2R$ 24,40
3Automóvel
e caminhonete
com semi-reboque
3Simples1,5R$ 18,30
4Caminhão,
 caminhão-trator,
caminhão-trator
com semi-reboque
e ônibus
3Dupla3R$ 36,60
5Automóvel e caminhonete
com reboque
4Simples2R$ 24,40
6Caminhão com reboque
e caminhão-trator
com
semi-reboque
4Dupla4R$ 48,80
7Caminhão com reboque
e caminhão-trator
com
semi-reboque
5Dupla5R$ 61
8Caminhão com reboque
e caminhão-trator
com
semi-reboque
6Dupla6R$ 73,20
9Motocicletas,
motonetas
 e bicicletas
motorizadas
2Simples0,5R$ 6,1

PEDÁGIOS AUXILIARES
Categoria de
Veículo
Tipo de veículo                                                  Número de eixosRodagemMult. da tarifaValores a serem praticados
1Automóvel,
caminhonete
e furgão
2Simples1R$ 8,50
2Caminhão leve,
ônibus, caminhão-trator
e furgão
2Dupla2R$ 17
3Automóvel
e caminhonete
com semi-reboque
3Simples1,5R$ 12,75
4Caminhão,
 caminhão-trator,
caminhão-trator
com semi-reboque
e ônibus
3Dupla3R$ 25,50
5Automóvel
e caminhonete
com reboque
4Simples2R$ 17
6Caminhão com reboque e caminhão-trator com
semi-reboque
4Dupla4R$ 34
7Caminhão
com reboque
e caminhão-trator
com
semi-reboque
5Dupla5R$ 42,50
8Caminhão
com reboque
e caminhão-trator
com
semi-reboque
6Dupla6R$ 51
9Motocicletas,
motonetas
e bicicletas
 motorizadas
2Simples0,5R$ 4,25

      
Mais informações:

A partir da zero hora de segunda-feira (3/9), entram em vigor as novas tarifas praticadas na Rio-Teresópolis-Além Paraíba (BR-116/RJ), autorizadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e publicadas no Diário Oficial da União em 28/8. Quem percorre os 142,5 quilômetros da via administrada pela Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) paga pedágio numa única praça.
Apesar de a ANTT ter aprovado a cobrança das novas tarifas a partir de 2 de setembro, a CRT decidiu por adiar a aplicação da mesma para o dia 3, a fim de evitar que os usuários que costumam passar o final de semana na Região Serrana do estado pagassem valores distintos na mesma viagem.
O reajuste concedido pela ANTT corresponde à revisão anual de tarifas, que na Rio-Teresópolis-Além Paraíba tem como data-base o mês de setembro, e segue normas do contrato de concessão.


- Praça Principal Engenheiro Pierre Berman - Km 133,5 (Piabetá) - Cobrança bidirecional

- Praça Auxiliar Santa Guilhermina - Km 122,0 (Santa Guilhermina) - Cobrança bidirecional (apenas para quem sai da BR-493 (Magé-Manilha) e vai para Teresópolis ou vice-versa)

- Praça Auxiliar Santo Aleixo - Km 114,0 (Santo Aleixo) - Cobrança bidirecional (apenas para quem sai da BR-493 (Magé-Manilha) e vai para Teresópolis ou vice-versa.)

- Praça Principal de Três Córregos - Km 71 - Cobrança suspensa desde 02/09/09 por determinação da ANTT.

Formas de pagamento:
O pagamento da tarifa de pedágio pode ser feito em dinheiro, em cheque e pelos sistemas Via Fácil ou Auto Expresso, sendo que estes dois últimos oferecem passagens automáticas em pistas exclusivas na Praça Principal de Pedágio em Piabetá (Km 133,5). Mais informações sobre os sistemas de pistas automáticas , visite os sites: www.viafacil.com.br e www.autoexpresso.com.br
Para transportadores de carga, além das quatro formas já citadas, existe a opção do Vale Pedágio.
Consulte o Visa Vale Pedágio www.visa.com.br e o Cupom DBtrans www.dbtrans.com.br

Fonte: CRT

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Aterro de lixo e da discórdia - CTR Bongaba

Vizinhos de vazadouro de Magé afirmam que ele nunca deixou
de ser mais um ‘lixão’

Rio - O Aterro Sanitário de Magé, o CTR Bongaba, em vez de solução para o problema do lixo recolhido em várias cidades do estado, é motivo de reclamação dos vizinhos. Mau cheiro, dejetos sem tratamento, contaminação do solo e urubus são queixas comuns na região.

O lixão, como é conhecido, fica no bairro de Piabetá. Muito próximo à Rodovia Rio-Teresópolis, ele está atrás do Cemitério de Bongaba e da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, onde o duque de Caxias foi batizado.

Secretário municipal de meio ambiente de Magé, Cláudio Consentino (de chapéu) se reuniu com moradores para ouvir suas queixas | Foto: Paulo Araújo / Agência O Dia
Além disso, alegam que a localização em Bongaba é irregular, pois são comuns enchentes quando chove forte, o esgoto não é tratado, não há rede de água encanada e nem asfalto nas ruas. E os críticos do aterro alegam que a Lei do Meio Ambiente estabelece que esse tipo de vazadouro de lixo não pode ficar em regiões de inundação.

A resolução 404, de 11 de novembro de 2008, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), prevê a impossibilidade de aterro em áreas ambientalmente sensíveis e de vulnerabilidade ambiental, como as sujeitas a enchentes. Além disso, o aterro deve ser localizado a uma distância mínima de 200 metros de qualquer curso d’água.

Mesmo assim, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente garantem que os trabalhos no aterro estão de acordo com a lei.

Moradores contestam aterro

Os moradores de Bongaba afirmam que o local é um lixão “fantasiado” de aterro sanitário. Em conceito, lixão é um terreno usado como despejo de lixo, espaço que não é planejado e afeta muito o meio ambiente, pois o chorume (liquido resultante da degradação do material orgânico) não é tratado. Consequentemente, contamina o solo e o lençol freático.

Aterro sanitário é o local em que o lixo é despejado em condições tecnicamente corretas. É uma área impermeabilizada por uma base de argila e lona plástica. Por isso, os moradores de Magé contestam a condição do aterro.

Os detritos jogados no aterro de Bongaba atraem catadores e centenas de urubus. Moradores cobram providências da prefeitura contra as aves | Foto: Paulo Araújo / Agência O Dia
Segundo Isaura Urbani, dona de um sítio próximo ao aterro desde 1970, nunca houve saneamento básico na região, além do problema do lixão. “Sempre paguei os impostos, e a região nunca teve tratamento. Para onde vai o dinheiro?”, afirmou.

De acordo com Felipe Marques, neto de Isaura, o aterro está sendo tratado com descaso. Ele afirma que o Rio Inhomirim, ao lado do CTR Bongaba, está sendo contaminado pelo chorume, além do lençol freático e do solo. “Quero saber por que esse aterro sanitário ainda funciona, pois se encontra em uma área de proteção ambiental”, fala.

Marques explica ainda que a população local, que vive da agricultura de subsistência, é prejudicada pela contaminação. “Quero fazer plantações no meu sítio, mas estou preocupado. Quando acontecem tempestades, a região enche. Por ser uma área de declive e próxima ao Rio Inhomirim, a água da chuva e do rio irão se misturar com o chorume e chegará ao meu terreno, contaminando o solo. Sendo assim, não poderei cultivar nenhuma fruta ou alimento”, afirma ele.

Daniele Ferreira, dona de um sítio em Piabetá, reclama dos urubus que ficam no seu terreno. “Meu pai reclamou. Eles apenas ofereceram fogos de artifício para espantar. Isso não adianta, pois eles sempre voltam”, diz.

A moradora também demonstra preocupação com a água e o solo, e o risco de contaminação por chorume.

Inea alega que empresa faz manejo e trata os resíduos

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) esclarece que o CTR Bongaba é administrado pela empresa Marca Ambiental. Ela recebeu a Licença de Operação e Remediação (Lor) para a área no início de 2011.

A concessão, que prevê a adoção progressiva de uma série de medidas e regras referentes ao manejo e tratamento de resíduos, tem prazo de vigência de quatro anos. O processo de correção está sendo acompanhado pelo instituto.

Em caso de reclamações e denúncias, os moradores podem entrar em contato com o Disque Ambiente pelo telefone 2332-4604. O atendimento é de segunda a sexta-feira, de 10h às 18h, ou através do e-mail faleconosco@inea.rj.gov.br.

Secretário nega falhas ou descaso

O secretário municipal de Meio Ambiente de Magé, Cláudio Consentino, garante que a operação do aterro está sendo feita de acordo com a legislação, englobando processos de engenharia e gestão ambiental. Ele lembra que no local houve por 25 anos um lixão.


Consentino alega que, mesmo parecendo que não há tratamento, normas técnicas são aplicadas. Com relação ao Rio Inhomirim, por exemplo, afirma que é feita análise da água e controle ambiental. O secretário garante que a principal atividade consiste na implantação de sistema de drenagem e de queima de gases emitidos pelo aterro. A respeito da contaminação do solo e da água, Consentino afirma que o passivo ambiental está em processo de recuperação.



Fonte: Felipe Marques/ Jornal O Dia

sábado, 14 de julho de 2012

OBRAS NOS TREVOS QUE LIGAM ARCO METROPOLITANO A RODOVIAS FEDERAIS


Um fica na BR-040, em Duque de Caxias, outro, na Via Dutra, e o terceiro na antiga Rio-São Paulo

Três importantes trevos de ligação do Arco Metropolitano com as rodovias federais no estado, que vão ajudar a estruturar toda a malha rodoviária da Região Metropolitana do Rio, já estão sendo construídos pela Secretaria estadual de Obras em pontos estratégicos da futura estrada. Um fica no entroncamento da BR-040 (Rio-Belo Horizonte-Brasília) com a BR-116 (Rio-Espírito Santo-Bahia), em Saracuruna, Duque de Caxias; outro está sendo construído no cruzamento com a Via Dutra, próximo à entrada de Japeri; e o terceiro, na antiga Rio-São Paulo (BR-495), em Seropédica. As obras devem ser entregues ao longo do ano que vem.

A obra em Duque de Caxias é a de execução mais complexa porque liga o Arco a duas rodovias federais de intenso movimento de veículos. O trevo terá oito viadutos e 12 alças que permitirão acesso dos motoristas nos dois sentidos das três rodovias, numa média projetada de mais de 160 mil por mês.

- O motorista que vem pela Rio-Teresópolis poderá seguir pelo Arco em direção à Via Dutra ou a Itaguaí ou, se quiser, poderá acessar o Rio ou Petrópolis. O mesmo poderá ser feito no sentido inverso dessas direções – exemplificou o subsecretário de Obras Rodoviárias e Mobilidade Urbana, José Antônio Portela.

O projeto original previa a construção de apenas três viadutos, mas foi modificado para dar fluidez a um volume maior de veículos, entre automóveis, ônibus e caminhões. As obras só causarão impacto no trânsito da área na fase final, de acordo como cronograma acertado com as concessionárias Concer, da Rio-Petrópolis, e CRT, da Rio-Teresópolis. Até lá, a Secretaria Estadual de Obras planeja uma série de desvios e sinalizações para minimizar os transtornos, quando houver a necessidade de interdição de pistas.

Arco Metropolitano vai ligar Itaboraí ao Porto de Itaguaí

O trevo na Via Dutra, com três viadutos e sete alças, está em fase mais adiantada e deverá ficar pronto em abril do ano que vem. A obra permitirá o acesso ao Arco de veículos vindo de São Paulo em direção ao Rio ou vice-versa. A previsão é de que 3,5 mil veículos por dia usem a interseção. Já o trevo da antiga Rio-São Paulo começou em 2010, mas sofreu muitas paralisações para resolver pendências ambientais, pois se encontra dentro de uma área protegida. O prazo de entrega será setembro de 2013 e a previsão de que 500 a mil veículos passem pelo acesso diariamente.

Os trevos pertencem ao segmento do Arco Metropolitano sob responsabilidade do governo do estado que vai de Saracuruna ao entroncamento com a BR-101, em Itaguaí, contornando toda a Baixada Fluminense. O percurso de 70,9 quilômetros já se encontra quase todo terraplanado.

Orçado em R$ 1,1 bilhão, o projeto compreende ainda obras de drenagem e asfaltamento das pistas e a construção de 54 viadutos, 18 pontes e 82 passagens inferiores – entre elas 10 zoopassagens na reserva florestal da Floresta Nacional Mário Xavier (Flona), em Seropédica, habitat da perereca Physalaemus soaresi, espécie ameaçada de extinção. A rodovia deverá ser inaugurada em dezembro de 2013.

O trecho se liga a outros três segmentos já existentes: o primeiro entre Itaboraí e Magé pela BR-493, cuja pista será duplicada pelo Departamento Nacional de Transportes Terrestres (DNIT); o segundo vai de Magé até o entroncamento com a BR-040, em Saracuruna, pela BR-116 (Rio-Teresópolis); e o terceiro fica na BR-101 Sul, entre Itacuruçá e Itaguaí, já duplicado pelo DNIT.

A estimativa é que a obra reduza em até 20% os custos de transportes de mercadorias entre o Porto de Itaguaí e sete estados brasileiros, incluindo os da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). O impacto na economia brasileira será de R$ 1,8 bilhão, sendo 64,1% desse valor concentrados no setor de construção civil. Em longo prazo, a influência direta no Produto Interno Bruto (PIB) da região será de R$ 2 bilhões.

Os dados fazem parte do estudo Avaliação dos Impactos Logísticos e Socioeconômicos da Implantação do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, encomendado pelo Sistema Firjan e pelo Sebrae-RJ ao Centro de Estudos em Logística da Coppead/UFRJ e à Tendências Consultoria. Ainda, de acordo com aquele estudo, a previsão é de que se instalem no entorno da via empreendimentos industriais e de logística capazes de criar 800 mil empregos nos próximos 15 anos.

- O Arco Metropolitano vai viabilizar a consolidação do Estado do Rio como um dos principais centros logísticos do país. Além de elo estruturador da acessibilidade, a rodovia é um empreendimento estratégico para a Região Metropolitana do Rio, para o estado e para o país e é um projeto estruturante do desenvolvimento regional, essencial para a articulação entre os principais núcleos urbanos e o rearranjo espacial da sua área de abrangência – concluiu o secretário estadual de Obras, Hudson Braga. 

Segunda edição do Festival de Inverno de Guapimirim reúne música, dança, cinema, teatro e artes plásticas


Entre os dias 26 de julho e 5 de agosto, a cidade de Guapimirim será palco, pelo segundo ano consecutivo, de cerca de 50 atrações dos mais variados gêneros. Música, dança, artes cênicas, literatura, artes plásticas e cinema estarão, novamente, garantindo a alegria dos guapimirienses, dos moradores das cidades vizinhas e dos turistas.

Localizada aos pés da Serra dos Órgãos e a apenas 80km de distância do Rio de Janeiro, a cidade realiza a segunda edição do seu Festival de Inverno através de uma iniciativa da Prefeitura de Guapimirim e, segundo a equipe organizadora, o resultado da estreia foi tão positivo que o planejamento de trabalhar na continuidade do projeto em 2012 ganhou confirmação definitiva e conquistou seu espaço como parte do calendário anual de atrações. Em 2011, Guapimirim recebeu um enorme público, tanto da cidade quanto de regiões vizinhas, para prestigiar shows de artistas renomados como Falamansa e Roupa Nova.

Neste ano, grandes nomes do cenário nacional estarão presentes, como Diogo Nogueira com o show “Sou Eu”, Belo, Celina Borges, Thalles, além do espetáculo teatral “Meu ex-imaginário” com Fernanda Paes Leme e Henri Castelli, que acontece em duas sessões no Ginásio Poliesportivo.

Nas artes plásticas, artistas como Fabiana Kaled, Cláudia Rangel e Walbia Cabral vão expor suas obras para o público no espaço do Grêmio Recreativo Musical Guapiense. Entre elas, trabalhos com tinta acrílica, esculturas em argila e em material reciclado.

O cinema também será contemplado na segunda edição do evento. Em uma imensa e prática tela inflável, serão exibidos na Praça Paulo Terra diversos gêneros da sétima arte, reunindo as famílias - pais e filhos - em torno do local, já que os filmes apresentados atendem as preferências dos espectadores, independente da faixa etária.

Guapimirim, cidade integrante da Serra Verde Imperial, mantém suas portas abertas com a intenção também de aquecer as atividades do comércio local. O objetivo da Prefeitura da cidade é potencializar a vocação turística da região, que é conhecida por suas belezas naturais, como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos e pela prática do alpinismo em pontos como o Escalavrado, a Pedra do Peixe e o Dedo de Deus.


O 2º. Festival de Inverno de Guapimirim continua orientado por uma de suas premissas básicas que é a contratação de artistas da região, dando seguimento ao ocorrido em sua primeira edição. Assim, além de fomentar a economia do comércio local, o evento enaltece a sua própria cultura.

A estrutura do evento conta com um mix de realizações que envolvem as áreas artística, esportiva, gastronômica, social e turística. Além disso, as atividades – todas gratuitas - ocorrerão em diversos pontos da cidade, contemplando não só o centro, mas também regiões adjacentes, como Parada Modelo, Parada Ideal, Bananal, Vila Olímpia e Vale das Pedrinhas.

O Festival de Inverno de Guapimirim acontece de 26 de julho a 05 de agosto sob a realização da Prefeitura de Guapimirim e com o apoio da CRT (Concessionária Rio – Teresópolis – Além Paraíba).

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Secretaria Municipal de Meio Ambiente embarga obra da CRT





A fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente entregou nesta quarta-feira, 6 de junho, a notificação de embargo da retirada de barro de uma área as margens da BR-116. Segundo a secretaria a Concessionária Rio-Teresópolis – CRT não apresentou as autorizações devidas para a extração do material.




A notificação de embargo foi assinada por um representante da empresa, e logo após a equipe da fiscalização lacrou a escavadeira e o escritório montado no local, segundo o representante da secretaria, Nelson Barrozo, “nós solicitamos a apresentação dos documentos necessários há mais de um mês, e eles alegaram que não precisariam de uma das autorizações e nos apresentaram os documentos de outra área, que é para onde o material extraído está sendo levado, então estamos embargando a obra até que a situação seja regularizada” disse o fiscal.


A falta da apresentação dos documentos requeridos fere o Código Ambiental Municipal, permitindo a Secretaria de Meio Ambiente a tomar as medidas cabíveis. A obra e a máquina lacrada serão liberadas após a apresentação dos documentos necessários.



domingo, 27 de setembro de 2009

Saiba mais sobre Piabetá

Piabetá é um bairro que pertence ao 6º Distrito (Vila Inhomirim) e está localizado no município de Magé. Nesse distrito temos também Fragoso, Pau Grande e Raiz da Serra.
O Sexto Distrito está localizado próximo à Serra dos Órgãos, contando com aproximadamente 97.510 habitantes, e com uma área de 49,4 Km². Sendo o mais populoso do município de Magé.
Piabetá é uns dos principais centros comerciais da região de toda Magé e os Distritos de Imbariê e Xerém (Duque de Caxias), concentrando também o maior número de grandes empresas e emprego.
A Primeira Ferrovia do Brasil, hoje abandonada e parcialmente destruída, que ligava Guia de Pacobaíba a Petrópolis, corta Piabetá, somente o trecho entre Piabetá e Raiz da Serra(Vila Inhomirim) foram preservados e são atualmente utilizados pela SuperVia.

Acessos à Piabetá e a outros bairros do Sexto Distrito:



  • Estrada Municipal - Parte da Rua Guarani/Rua Amazonas (no Centro de Piabetá) em direção aos 1° (Magé), 2° (Santo Aleixo) e 3°( Rio D'Ouro) Distritos.
  • Avenida Automóvel Clube/Avenida Governador Roberto Silveira - Umas das principais vias do distrito de Imbariê, em Duque de Caixas, e do bairro de Fragoso.
  • Avenida Prefeito Olívio Matos(Rua Coronel Cisson em Imbariê) - Via paralela a estrada de ferro, tem início no retorno da Rio-Teresópolis de Imbariê.
  • Avenida Santos Dumont/Rodovia Rio-Teresópolis - No sentido Rio de Janeiro, acesso antes do Pedágio principal da CRT, em Bongaba. No sentido Teresópolis é necessário fazer retorno em Suruí.
Em Piabetá garagens da Transportes Machado e da Auto Ônibus Vera Cruz. E há uma rodoviária, o Terminal Rodoviário Renato Cozzolino, donde partem ônibus municipais e intermunicipais (Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias, Belford Roxo, Petrópolis, Rio de Janeiro, Teresópolis e São Paulo).

Empresas de Ônibus:
  • TREL/Iluminada;
  • Machado;
  • Vera Cruz;
  • União;
  • Salutaris; e
  • Expresso Rio de Janeiro/Rio Minho.
O "símbolo" de Piabetá é a Praça Sete de Setembro, uma das maiores do município. Nela são realizados eventos e fica localizado uma parte do camelódromo de Piabetá.

As principais vias dos bairros próximos a Piabetá e do mesmo são: 
  • Avenida Santos Dumont;
  • Rua Guarani;
  • Rua Paulo Lavoier (Rua Japonês);
  • Rua Arthur Rodrigues Loivos;
  • Avenida Caioaba;
  • Avenida Governador Roberto Silveira;
  • Rua Nossa Senhora da Guia;
  • Avenida Automóvel Club;
  • Avenida Prefeito Olívio Matos/Avenida José Ullman Junior (paralelas à linha férrea); e
  • Rua Expedicionário Otacílio Ramos (Rua J).
No 6° Distrito fica localizado a 66ª Delegacia da Polícia, no Parque Santana, e um Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO), na Praça Sete de Setembro.

Serviços: 
  • Cartório Civil - no Village Shopping, Rua Brasil.
  • Comarca Vila Inhomirim (Fórum) - Avenida Santos Dumont (Parque Santana).
  • Cartório Eleitoral da 148° Zona Eleitoral - Rua Mario de Brito.
  • Hospital Municipal Vereador Hugo Braga - Avenida Santos Dumont.
  • Secretária Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos - Avenida Caioaba
  • Ampla - Av. Gov. Roberto Silveira.
  • Secretária Municipal de  Trabalho, Emprego, Renda e Defesa do Consumidor - 1° Módulo da Rodoviária.
  • Casas Lotéricas - Rua Brasil, Rua Paulo Lavoier e Rua Guarani.
  • Agências Bancárias: Banco do Brasil - Av. Gov. Roberto Silveira; Itaú - Rua Caioaba; Bradesco - Rua São Fidélis; Santander e HSBC - Av. Santos Dumont (Todos localizados no Centro, com exceção do Banco do Brasil, que fica na Vila Carvalho).